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Novo curso no Microsoft MVA: System Center Configuration Manager 2012

Criado a algumas semanas por mim e o Josué Vidal (@josuevidall), este novo MVA (Microsoft Virtual Academy) aborda toda a infraestrutura e recursos que o SCCM 2012 possuem.

Vale a pena assistir em http://www.microsoftvirtualacademy.com/tracks/introducao-ao-system-center-configuration-manager-2012

image

Posted: ago 14 2012, 23:17 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Novo SkyDrive Client do Windows Live Essentials 2012

Com a atualização do pacote Windows Live Essentials 2012, um dos recursos que ficou muito superior é o cliente do SkyDrive para sincronização de dados.

O novo pacote está disponivel em http://windows.microsoft.com/en-US/windows-live/essentials-home

Duas novas funcionalidades são interessantes, a primeira a sincronização rápida e simples. O SkyDrive irá criar uma pasta em Documentos e todo o conteudo desta pasta é sincronizado. Nos testes em que deletei um arquivo em um computador e acrescentei arquivos na mesma pasta no tablet, o resultado foi correto.

Outro recurso interessante é o “Make files on the PC available to me on my other devices” onde os arquivos locais do computador ficam disponiveis pela internet.

image

O resultado é que ao entrar no Live.com pode ver a pasta “Computers” onde aparecem os computadores que possuem o agente do SkyDrive instalado, o que pode incluir Windows Phones, e permite o acesso remoto dos arquivos locais:

image_thumb[5]

Por fim, o espaço disponivel na versão gratuira é de 7 GB mas pode ser aumentado aos valores anuais abaixo:

image

Vale a pena também conhecer os novos Movie Maker e Photo Gallery com recursos muito interessantes como melhorias no tratamento de imagem e efeitos em videos.

Posted: ago 14 2012, 23:14 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Windows

Artigos no Wiki MIVP #14, #15 e #16–System Center Virtual Machine Manager 2012, Série Completa

Continuando a parceria com a agência de publicidade para a montagem de 20 artigos referentes a Private Cloud com System Center 2012, esta semana publicamos o artigo no portal MIVP do Wiki, desta vez focados no System Center Virtual Machine Manager 2012:

Em breve os próximos artigos que irão abordar o System Center Service Manager 2012 e Windows 2012:

  • System Center Service Manager 2012 - Instalação e Configuração
  • System Center Service Manager 2012 - Administração e Dia a Dia
  • Windows 2012 - Novidades do Hyper-V
  • Windows 2012 - Novidades do Cluster Service e NIC Team

Series anteriores:

Certificações Microsoft V3: Novos MCSE’s

Um ppt disponibilizado em uma palestra de Learning demonstrou bem como serão os novos MCSE’s para Windows 2012 e tecnologias de nuvem privada/public (Cloud).

O ponto interessante é que apesar de na página oficial só estarem visiveis as 3 primeiras carreiras MCSE, já está listado as que serão disponibilizadas (Messaging, SharePoint e Communications) que provavelmente estão ligadas ao Office 2013 que foi liberado em Beta a alguns dias (Exchange, Lync e SharePoint).

Outro ponto importante é a necessidade de ter o MCSA em Windows 2012 como requisito. Isso havia acabado nas ultimas certificações, por exemplo, MCITP Exchange e SQL não mais exigiam conhecimento de Sistema Operacional. Porem, um administrador de qualquer produto que seja deve ter o conhecimento de administração do SO e serviços de rede e agora foi reinstituido este requisito:

image

É importante lembrar que é possivel fazer o upgrade do MCITP para o MCSA Windows 2012 partindo de diversas certificações, como mostra o diagrama abaixo, com o exame 70-417:

image

Cadas um dos MCSEs já disponiveis estão em http://www.microsoft.com/learning/en/us/certification/mcse.aspx

Posted: ago 01 2012, 13:50 by msincic | Comentários (2) RSS comment feed |
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Windows 8, Windows Server 2012 e Visual Studio 2012 já estão prontos!

Hoje foram divulgadas as datas oficiais para disponibilidade do Windows 8 (http://t.co/VKXmm47N), Windows Server 2012 (http://bit.ly/OBLmYp) e Visual Studio 2012 (http://t.co/boydVkF8).

Vale a pena lembrar que hoje foram liberados os RTM (Release to Manufaturing ou Pronto para Produção), o que indica que a versão final já existe!

Seguem as datas:

Data Wiindows 8
Windows 2012 Visual Studio 2012
15/08 Disponivel para assinantes MSDN e TechNet Disponivel para assinantes MSDN e empresas
16/08 Disponivel para parceiros (Gold e Silver)    
20/08 Disponivel para parceiros MAPS    
01/09 Disponivel para clientes com contratos SA    
04/09   Disponivel para público e clientes  
26/10 Disponivel ao público em geral    
Posted: ago 01 2012, 13:26 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Marcelo de Moraes Sincic | All posts tagged 'fitas'
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Utilizando Fitas (Tape Drives) no DPM 2010–Parte III

Neste terceiro post iremos tratar de como trabalhar com as politicas de backup “long-term” para ajudar a escolher a mais apropriada para sua necessidade.

Como abordado no primeiro post é necessário escolher algumas opções ao criar o grupo de proteção e utilizar a opção “Long-term”.

Backup Tape

A primeira opção Retention range indica qual o tempo de retenção ou expiração do backup. Esta opção é importante ao ser planejada pois se este tempo for alto indica o numero de fitas que precisam ser utilizadas, já que como abordado na parte II a fita só pode ser reutilizada quando este periodo terminar.

A opção Frequency of backup e Backup schedule obviamente indicam quando o backup será executado na janela de retenção.

Quantas fitas (tapes) são necessárias?

Utilizando o backup acima como exemplo, precisariamos de 6 fitas. O motivo é que o backup é diario realizado de segunda a sexta (sabado e domingo está como excluido) o que formaria um conjunto de 5 fitas. A 6ª fita é a de arquivamento, já que o rodizio das fitas só seria possivel ao completar uma semana.

Ou seja, sempre serão necessárias uma fita a mais do que o periodo indicado para ser possivel realizar o rodizio.

Utilizando o Co-location não diminuo o numero de fitas?

Sim e muito, principalmente se os grupos de proteção forem menores que 400/800GB da fita LTO-3, por exemplo, já que diversos backups poderão estar contidos em uma unica fita.

O problema do co-location é o fato do gerenciamento ser manual. No exemplo da pergunta anterior poderá existir uma rotina de backup onde o operador em um horário determinado irá trocar a fita.

Quanto o co-location está ligado é necessário ficar manualmente olhando o quanto da fita está livre para fazer a troca, alem do co-location acabar misturando backups de grupos de proteção diferentes na mesma fita, o que torna mais complexo o arquivamente em cofre ou outra forma persistente.

Exemplos com politica de renteção em cofre

Vamos fazer um exemplo de uma empresa com 3 grupos de proteção, o que é comum. Levaremos em conta que o arquivamento mensal será permanente:

  • Grupo 1 – File Server com backup diário (seg-sex), retenção semanal e arquivamento mensal
  • Grupo 2 – Exchange com backup diário (todos os dias), retenção semanal e arquivamento semanal/mensal
  • Grupo 3 – SQL Server com backup diário (todos os dias), retenção semanal e arquivamento semanal/mensal

Para o grupo 1 precisariamos anualmente de 12 fitas permanentes mais 6 rotativas:

  • 5 fitas para os backups diários
  • 1 fita para fechar o ciclo semanal
  • 12 fitas para os backups mensais que são o ultimo semanal do mês, que será arquivada

Como o grupo 2 e 3 são similares seriam necessárias anualmente 56 fitas permanentes e 7 rotativas que ao longo do

  • 7 fitas para os backups diários
  • A ultima fita de backup diário na semana será a fita semanal, portanto 4 fitas por mês que serão arquivadas
  • A fita de backup mensal é a última fita do semanal, que será será arquivada

Se o mesmo grupo 2 e 3 não exijam que o backup das semanas anteriores sejam guardados ao terminar o mensal teriamos a redução de 3 fitas ao mes o que somaria 12 fitas permanentes, 3 rotativas semanais e 7 rotativas diárias:

  • 7 fitas para os backups diários
  • A ultima fita de backup diário na semana será a fita semanal, portanto 4 fitas por mês que serão arquivadas
  • A fita de backup mensal é a última fita do semanal, que será será arquivada dispensando as 3 anteriores para rodizio

Conclusão

Espero ter esclarecido as principais dúvidas sobre backup em fitas com o DPM e fiquem a vontade para comentar ou enviar perguntas e sugestões.

 

Parte I – Criando grupos de proteção incluindo tapes Utilizando Fitas (Tape Drive) no DPM 2010–Parte I

Parte II – Gerenciando tapes http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-Fitas-(Tape-Drives)-no-DPM-2010e28093Parte-II.aspx

Posted: jul 21 2011, 04:42 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Utilizando Fitas (Tape Drives) no DPM 2010–Parte II

Neste segundo post iremos tratar de como trabalhar com o tape drive e administrar as fitas no DPM 2010. No primeiro post abordamos a parte funcionar (Utilizando Fitas (Tape Drive) no DPM 2010–Parte I).

O gerenciamento de fitas no DPM é relativamente simples, mas importante para as atividades, principalmente quando falamos de robos com co-location habilitado.

Inicialmente, na imagem abaixo vemos um robo de fitas, a TL2000 da Dell que utiliza o drive 3573 da IBM.

Note que temos uma unidade de fita e um carrosel de 24 slots (o primeiro está carregado no drive) e cada fita tem um barcode e label indicando sua utilização.

Tape Drive

  • Status – Obviamente indica se a fita está livre ou disponivel. É importante que este campo só mostra se a fita está vazia, disponivel para uso ou danificada, porem o estado disponivel (Tape available) não indica que a fita está livre ou vazia, apenas que a fita não está com problemas
  • Tape Label – O DPM utiliza este campo para indicar o que está dentro da fita, no caso utilizando o nome do grupo de proteção mais um código sequencial como indicativo visual para o administrador de backup. O estado Free obviamente indica que a fita não contem dados ou que estes já expiraram, conforme a politica de renteção long-term do grupo de proteção
  • Barcode – Indicador unico de cada fita, o barcode lhe permite identificar a fita, mas não permite fidelizá-la, o que é uma limitação do DPM que muitos criticam, porem é importante notar que o próprio DPM gerencia isto automaticamente, principalmente em robos
  • Offisite Ready – Indica que a fita está com o backup. Nos casos em que o co-location estiver habilitado e existe o robo este dado pode não ficar disponivel por deixar a fita a espera de outros backups, porem nos casos de tape drives sem robo este dado indicaria que aquela fita já foi usada para o backup e que deve ser tirada, e quando o co-location estiver habilitado que a fita já está cheia e não é possivel continuar a utilizá-la

    O que é o Co-location?

    Esta opção permite ao DPM utilizar melhro as fitas por combinar backups. Por exemplo, uma fita LTO-3 pode ser de 800GB e o backup dos dados utilizar apenas 200GB, assim o restante da fita acomodaria outros conjuntos de backup e otimizariamos a necessidade de mais fitas.

    Para ativar abra o DPM Management Shell e utilize o comando:

    Set-DPMGlobalProperty –DPMServerName <Servidor> -OptimizeTapeUsage $True

    Quando usar o Co-location?

    Nos casos de não haver robo, apenas a unidade de fita, esta opção irá ajudá-lo por permitir que uma mesma fita contenha multiplos backup.

    Por outro o lado o co-location pode atrapalhar quando um dos backup não estiver expirado e a fita ficar cheia. Por exemplo, imagine que a mesma fita arquivou backup do servidor de arquivos e do SQL Server por 3 ciclos de retenção (1 mês com backups a cada 7 dias). Esta fita encheu e como os dois primeiros backups estão expirados mas o ultimo ciclo não, a fita não fica livre e não pode ser reutilizada até que o terceiro expire.

    Por outro lado, se você possui o robo este utilizará a fita até o final com vários conjuntos de backups e passará para a próxima fita ao final.

    Operações com Fitas

    O menu abaixo mostra as opções que podem ser utilizadas com as fitas:

    Options Tape

    • Inventory Library –Esta opção faz a leitura de todas as fitas no carrousel ou a fita que está no drive caso seja unico. Em casos em que uma fita aparece nos alertas como “suspect” ou “unreadable” esta opção resolve o problema por reinventaria todas as fitas
    • Rescan e Refresh – Utilizadas para o DPM reconhecer novas unidades de fita (tape drives)
    • Clean Drive – Pede a fita de limpeza do drive
    • Remove e Add Tape (I/E port) – Abrem a porta do tape para retirada ou colocar novos tapes
    • View Tape Contents – Retorna o catalogo da fita, com os backups que ela contem e a data de expiração
    • Erase Tape – Deleta os dados de uma fita, util quando ela ainda contem dados que não expiraram
    • Mark as Cleaning Tape e Unmark Tape as Free – Estas opções indicam que a fita está livre ou não, sendo que neste ultimo caso é util para quando se deseja guardar permanentemente o backup

    Com este segundo post vimos como administrar as fitas, no terceiro e ultimo veremos como criar as politicas de backup.

  • Leia a parte I – Criando grupos de proteção com uso de tapes Utilizando Fitas (Tape Drive) no DPM 2010–Parte I

    Leia a parte III – Criando sua politica de backups tapes http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-Fitas-(Tape-Drives)-no-DPM-2010e28093Parte-III.aspx

    Posted: jul 16 2011, 02:01 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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