MVP: System Center Cloud and Datacenter Management, MCT, MCSE, MCITP, MCPD, MCDBA
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Utilizando Fitas (Tape Drives) no DPM 2010–Parte II

Neste segundo post iremos tratar de como trabalhar com o tape drive e administrar as fitas no DPM 2010. No primeiro post abordamos a parte funcionar (Utilizando Fitas (Tape Drive) no DPM 2010–Parte I).

O gerenciamento de fitas no DPM é relativamente simples, mas importante para as atividades, principalmente quando falamos de robos com co-location habilitado.

Inicialmente, na imagem abaixo vemos um robo de fitas, a TL2000 da Dell que utiliza o drive 3573 da IBM.

Note que temos uma unidade de fita e um carrosel de 24 slots (o primeiro está carregado no drive) e cada fita tem um barcode e label indicando sua utilização.

Tape Drive

  • Status – Obviamente indica se a fita está livre ou disponivel. É importante que este campo só mostra se a fita está vazia, disponivel para uso ou danificada, porem o estado disponivel (Tape available) não indica que a fita está livre ou vazia, apenas que a fita não está com problemas
  • Tape Label – O DPM utiliza este campo para indicar o que está dentro da fita, no caso utilizando o nome do grupo de proteção mais um código sequencial como indicativo visual para o administrador de backup. O estado Free obviamente indica que a fita não contem dados ou que estes já expiraram, conforme a politica de renteção long-term do grupo de proteção
  • Barcode – Indicador unico de cada fita, o barcode lhe permite identificar a fita, mas não permite fidelizá-la, o que é uma limitação do DPM que muitos criticam, porem é importante notar que o próprio DPM gerencia isto automaticamente, principalmente em robos
  • Offisite Ready – Indica que a fita está com o backup. Nos casos em que o co-location estiver habilitado e existe o robo este dado pode não ficar disponivel por deixar a fita a espera de outros backups, porem nos casos de tape drives sem robo este dado indicaria que aquela fita já foi usada para o backup e que deve ser tirada, e quando o co-location estiver habilitado que a fita já está cheia e não é possivel continuar a utilizá-la

    O que é o Co-location?

    Esta opção permite ao DPM utilizar melhro as fitas por combinar backups. Por exemplo, uma fita LTO-3 pode ser de 800GB e o backup dos dados utilizar apenas 200GB, assim o restante da fita acomodaria outros conjuntos de backup e otimizariamos a necessidade de mais fitas.

    Para ativar abra o DPM Management Shell e utilize o comando:

    Set-DPMGlobalProperty –DPMServerName <Servidor> -OptimizeTapeUsage $True

    Quando usar o Co-location?

    Nos casos de não haver robo, apenas a unidade de fita, esta opção irá ajudá-lo por permitir que uma mesma fita contenha multiplos backup.

    Por outro o lado o co-location pode atrapalhar quando um dos backup não estiver expirado e a fita ficar cheia. Por exemplo, imagine que a mesma fita arquivou backup do servidor de arquivos e do SQL Server por 3 ciclos de retenção (1 mês com backups a cada 7 dias). Esta fita encheu e como os dois primeiros backups estão expirados mas o ultimo ciclo não, a fita não fica livre e não pode ser reutilizada até que o terceiro expire.

    Por outro lado, se você possui o robo este utilizará a fita até o final com vários conjuntos de backups e passará para a próxima fita ao final.

    Operações com Fitas

    O menu abaixo mostra as opções que podem ser utilizadas com as fitas:

    Options Tape

    • Inventory Library –Esta opção faz a leitura de todas as fitas no carrousel ou a fita que está no drive caso seja unico. Em casos em que uma fita aparece nos alertas como “suspect” ou “unreadable” esta opção resolve o problema por reinventaria todas as fitas
    • Rescan e Refresh – Utilizadas para o DPM reconhecer novas unidades de fita (tape drives)
    • Clean Drive – Pede a fita de limpeza do drive
    • Remove e Add Tape (I/E port) – Abrem a porta do tape para retirada ou colocar novos tapes
    • View Tape Contents – Retorna o catalogo da fita, com os backups que ela contem e a data de expiração
    • Erase Tape – Deleta os dados de uma fita, util quando ela ainda contem dados que não expiraram
    • Mark as Cleaning Tape e Unmark Tape as Free – Estas opções indicam que a fita está livre ou não, sendo que neste ultimo caso é util para quando se deseja guardar permanentemente o backup

    Com este segundo post vimos como administrar as fitas, no terceiro e ultimo veremos como criar as politicas de backup.

  • Leia a parte I – Criando grupos de proteção com uso de tapes Utilizando Fitas (Tape Drive) no DPM 2010–Parte I

    Leia a parte III – Criando sua politica de backups tapes http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-Fitas-(Tape-Drives)-no-DPM-2010e28093Parte-III.aspx

    Posted: jul 16 2011, 02:01 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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    Utilizando Fitas (Tape Drive) no DPM 2010–Parte I

    Uma duvida muito comum que me recebo é como utilizar tapes no DPM (System Center Data Protection Manager), já que os videos que publiquei no final de 2009 (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Serie-Technet-VideoCast-System-Center-Data-Protection-Manager.aspx) não abordei o assunto por estar utilizando VMs e não tinha um tape drive.

    Obviamente que será necessário utilizar um modelo compativel (http://technet.microsoft.com/en-us/systemcenter/dm/cc678583), e no meu caso estou com a Dell TL4000 que possui robo e dois drives.

    Irei dividir em 3 posts, este primeiro em como utilizar o backup em fitas, o segundo sobre operação com as fitas e como gerenciar e o terceiro post sobre politicas de backup apropriadas.

    Parte I – Utilizando backups em fita

    No DPM temos o backup “short-term” que é realizado em disco e o backup “long-term” que é em fitas.

    Para habilitar é necessário primeiro que o DPM reconheça a unidade, como mostrado na imagem abaixo:

    Tape Drive

    Note que no exemplo acima estamos tratando de um robo de fitas com capacidade para 23 LTOs 3 ou 4 no carrousel.

    Após reconhecer a unidade no grupo de proteção já irá habilitar a opção de backups em fitas, como abaixo:

    Tipos de Backup

    Ao escolher que deseja fazer o backup “long-term” terá as próximas duas telas, a primeira abaixo mostra o periodo de retenção do backup em fita, sua frequencia e o agendamento do backup.

    Backup Tape

    Por fim, escolha em qual dos drives (quando multiplos) deseja que o backup seja feito e se deseja criptografar e comprimir, lembrando que não é possivel combinar os dois métodos:

    Escolha do Tape

    Finalizo aqui a parte 1 desta série e em breve publicarei a parte 2 e 3 atualizando este post com os seguintes.

    Veja a parte II – Gerenciando fitas http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-Fitas-(Tape-Drives)-no-DPM-2010e28093Parte-II.aspx

    Vaje a parte III – Criando sua politica de backup http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-Fitas-(Tape-Drives)-no-DPM-2010e28093Parte-III.aspx

    Posted: jul 14 2011, 00:02 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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    Centro de Treinamento TechNet–System Center Configuration Manager 2007 SP2 e R3

    Foi muito bom ter recebido hoje a noticia da publicação de mais um Centro de Treinamento TechNet que pude participar.

    Na semana passada foi publicado o Centro de Treinamento MSDN sobre desenvolvimento de aplicações com WPF (Novo Centro de Treinamento no MSDN–WPF 4.0)

    Eu esperava ansioso pela publicação desta nova trilha de aprendizado para os profissionais de TI que tive o privilégio de organizar e participar na gravação dos videos, e os profissionaios mais um vez vão poder usufruir do trabalho de 3 MVPs: Eu, Raphael Perez (dotnetwork.com.br) e o Igor Humberto (Só Bits na Mente).

    Foi um trabalho demorado, já que foi necessário usar várias VMs, preparar PPTs e montar demos, mas ficou muito bom, pois alem dos videos linkamos os tópicos da biblioteca técnica do TechNet correspondente.

    Segue o link http://technet.microsoft.com/pt-br/hh264602

    ee402630_CentroDeTreinamento2

    System Center Configuration Manager 2007 SP2 e R3

    Nesta trilha você aprenderá sobre a importância de um ambiente com gerenciamento centralizado. Veremos como o SCCM 2007 poderá ajuda-lo a distribuir software, realizar inventários, gerir conformidades, suporte remoto, economizar energia, relatórios gerenciais do parque de máquinas e outras importantes funções.


    Gerenciando ambiente, Instalação e Configuração inicial do ambiente

    Iniciaremos com um briefing sobre gerenciamento de ambientes e como o SCCM 2007 cumpre esta tarefa. Passaremos para a instalação, pré-requisitos e configuração inicial para o ambiente com SCCM 2007 em uma rede


    Breve visão de gerenciamento


    Instalação e pré-requisitos do SCCM 2007 SP2 e R3


    Configuração inicial do ambiente da rede para o SCCM


    Configurando sites secundários


    Pré-requisitos e instalação (inglês)


    Configurando sites para boa performance (inglês)


    Novidades do System Center Configuration Manager 2007 SP2 e R3


    Configurando boundaries e papeis do SCCM 2007 (inglês)


    Instalação dos clientes e Inventários

    Neste tópico saberemos como é realizado o descobrimento e a instalação dos agentes do SCCM. Também abordaremos como configurar, realizar e utilizar os inventários de software e hardware.


    Configurando o servidor para descobrir e instalar clientes


    Configurando os agentes de inventário


    Utilizando os inventários e gerando relatórios


    Instalando clientes (inglês)


    Configurando a descoberta de clientes (inglês)


    Configuração e uso de inventários (inglês)


    Distribuição de Software, Updates e Sistema Operacional

    Um dos principais recursos do SCCM é sua capacidade de controlar o envio, instalação e controle de softwares. Veremos como integrar o SCCM ao WSUS para distribuição centralizada e controlada dos updates.


    Configurando os servidores e agentes para distribuição de software


    Criando pacotes, programas e anúncios de software


    Integrando o WSUS com o SCCM e distribuindo updates


    Integrando SCUP com o WSUS para distribuir updates para softwares não-Microsoft


    Configurando o SCCM para distribuir imagens de Sistema Operacional


    Utilizando o SCCM para distribuir Sistema Operacional


    Distribuição de software com o SCCM 2007 (inglês)


    Distribuição de updates com o SCCM 2007 (inglês)


    Distribuição de SO com o SCCM 2007 (inglês)


    Gerenciando o parque de máquinas

    Neste tópicos abordaremos as features que nos permitem gerenciar o parque de máquinas e gerenciar o uso de aplicações, bem como as funcionalidades adicionadas pelo R3.


    Gerenciando software com o Software Metering


    Utilizando o Asset Inteligence para gerenciamento de aplicações


    Utilizando o Desired Configuration Manager (DCM) para garantir uniformidade


    System Center Configuration Manager 2007 R3 e o Cliente Verde


    Utilizando o Software Metering (inglês)


    Utilizando o DCM para compliance de ambientes (inglês)


    Gerenciamento de energia com o SCCM 2007 R3 (inglês)


    Wake Up On Lan com o SCCM 2007 (inglês)


    Relatórios, Monitoração e Manutenção do SCCM 2007

    Conheça os relatórios nativos do SCCM 2007, bem como os integrados ao SQL Server Reporting. Monitores os diferentes logs, contadores de performance e ambiente do SCCM 2007. Prepare-se para recuperação de falhas.


    Integrando o SCCM 2007 ao SSRS


    Breve visão dos relatórios do SCCM 2007


    Criando queries e relatórios no SCCM 2007


    Monitoração e analise do ambiente


    Backup e restore do SCCM 2010


    Instalando relatórios no SCCM e SRSS 2008 (inglês)


    Desenvolvendo queries e relatórios no SCCM 2007 (inglês)


    Recuperação de desastres (inglês)

    Posted: jun 13 2011, 08:10 by msincic | Comentários (2) RSS comment feed |
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    Portas Utilizadas pelo SCCM 2007 e SCOM 2007

    É comum atender clientes onde filiais não trocam dados e descobrirmos que o problema é firewall ou outro problema de comunicação.

    Na semana passada já havia postado as portas que são utilizadas pelo Windows 2008 (http://bit.ly/faB026) e agora é interessante ter o mesmo conteudo para a familia System Center.

    O melhor dos dois primeiros documentos é que contem uma representação gráfica de um ambiente completo.

    System Center Configuration Manager 2007 R3: http://technet.microsoft.com/en-us/library/bb632618.aspx

    System Center Operation Manager 2007 R2: http://technet.microsoft.com/da-dk/library/cc540431(en-us).aspx

    System Center Data Protection Manager 2010: http://blogs.technet.com/b/schadinio/archive/2010/07/20/dpm-protocols-and-ports-used-by-dpm.aspx

    Bom proveito!

    System Center Advisor (Projeto Atlanta)

    Nos ultimos dias, por ocasião do MVP Summit e do MMC, a Microsoft demonstrou que está agressiva em sua migração de serviços para a nuvem com o lançamento do System Center Advisor Beta e do Intune (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Familia-System-Center-Crescendo-Novidades-!!!.aspx)

    O Atlanta é um produto que agrega o que o MBSA e outros BPAs (Best Practices Analyser) para fornecer um ambiente de monitoração em tempo real e atualizado.

    O que o Atlanta herda do MBSA/BPAs são as features de best practices, análise de ambiente, lista de updates e outros. O que o diferencia é o fato de ser ativo e não passivo como o MBSA/BPAs.

    Do SCOM o Atlanta herda as funcionalidades de alertas ativos do ambiente, com a vantagem de conter os KBs da Microsoft online, o que facilita em muito a resolução do de problemas. Por outro lado, o SCA não permite criar novos eventos e coletores como fazemos com o SCOM para monitorar aplicações in house.

    Por enquanto o Atlanta apenas monitora os servidores com SQL Server e Windows Server mas está aberta a possibilidade de outros servidores serem agregados.

    O cliente é baixado e instalado localmente nos servidores a serem monitorados e trabalha com um deles designado como proxy para fazer o papel de envio e recebimento de dados.

    Seguem algumas telas para exemplo:

    Atlanta1
    Tela de configuração

    Atlanta2
    Tela de alertas inicial

    Atlanta3
    Tela com alertas de exemplo

    Por enquanto o SCA está em beta gratuito basta entrar no site http://www.microsoft.com/systemcenter/en/us/Advisor.aspx para detalhes do produto e se cadastrar.

    Posted: abr 05 2011, 14:42 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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    Marcelo de Moraes Sincic | All posts tagged 'vmm 2012 sp1'
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    Administrando Windows Azure com o System Center AppController

    Um dos produtos da suite System Center pouco conhecidos é o AppController. Sua função é tornar o uso de ambientes Private Cloud reais, por proporcionar um portal de auto-atendimento simples com uma interface web.

    É importante ressaltar que o AppController não é apenas uma atualização do Virtual Machine Manager Self-Portal, pois ele tem as funcionalidades novas do VMM 2012 SP1 como controle de cotas, instânciamento de serviços e integração com o Windows Azure, que será tratado neste post.

    Configurando a conta Windows Azure no AppController

    O primeiro passo é integrar no AppController a conta do Azure e para isso é necessário primeiro cadastrar um certificado digital no portal do Azure, opção Settings –> Management Certificates onde poderá fazer o upload do certificado:

    image

    Este certificado é utilizado para autenticar o acesso e pode ser emitido por qualquer IIS na opção Certificates –> Self-Signed e depois fazer a exportações e upload no Azure.

    O passo seguinte é cadastrar esta conta do Azure e o certificado no AppController:

    Imagem1

    Realizados estes passos já será possivel ver a conta no AppController:

    Imagem2

    Ao clicar na conta do Azure, terá uma lista das VMs criadas no ambiente, com o nome de cada VM, a localização geográfica do Datacenter selecionado e as instâncias criadas:

    image

    No menu Virtual Machines podemos ver a lista de VMs disponiveis, onde tanto VMs locais (Private Cloud) como as VMs no Azure podem ser administradas de forma integrada:

    image

    Note que na tela acima temos na parte de baixo dois paineis, o esquerda mostra os dados básicos da VM e na direita o serviço que serviu de origem para esta instância, uma vez que as VMs no Azure podem ser criadas por se fazer o upload de um VHD pronto. No exemplo acima, ao clicar no design vemos detalhes e podemos alterar os dados:

    Azure2

    Criando VMs no Azure com o AppController

    A criação de maquinas virtuais pelo AppController é muito simples e permite um nivel de customização maior que pelo próprio Windows Azure Portal.

    A primeira forma de fazer isso e também a mais simples, é no menu Virtual Machines usar o Add:

    Azure3

    Uma segunda forma é por utilizar a lista de contas ou selecionando na Library a imagem que será utilizada para instanciar a nova maquina virtual, com a opção Deploy:

    Imagem4

    Imagem8

    Será aberta a janela de design para definição dos componentes da VM, como mostrado abaixo:

    Imagem5

    Note que os links permitem selecionar os itens como a imagem de máquina virtual desejada, a rede e a localização geográfica do Datacenter desejado:

    image

    image

    Conclusão

    Utilize o System Center AppController para administrar de forma integrada seus ambiente de Private Cloud e Public Cloud em um único console de forma simples, baseada em serviços e funcional.

    Conceitos de Storage para IT Pro 3 – Virtualização e Tierização

    No primeiro artigo desta série Conceitos de Storage para IT Pros–Tipos de RAID e IOPS abordamos alguns conceitos importantes e básicos para profissionais de TI sobre os tipos de RAID disponiveis e utilizados hoje em storages e também como calcular IOPS (operaçoes de leitura e escrita) para cada tipo de disco e aplicações.

    No segundo artigo http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Conceitos-de-Storage-para-IT-Pro-2-e28093-Controladoras-e-Modelos.aspx abordamos os tipos de controladoras e tecnologias de storage mais comuns hoje existentes no mercado.

    Neste terceiro artigo veremos o que são conceitos de tierização e virtualização de storages.

    Virtualização

    A virtualização de storage conceitualmente é diferente da virtualização de computadores.

    Na virtualização de storages o conceito é utilizarmos um produto que faça a conexão com vários tipos e modelos de storage. Por exemplo, o System Center Virtual Machine Manager 2012 é capaz de ser a interface entre os diferentes storages e as máquinas virtuais. Mais detalhes sobre isso podem ser vistos no post http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Gerenciamento-de-Storage-com-o-System-Center-Virtual-Machine-2012.aspx

    VMM2012

    O mesmo recurso pode ser alcançado com o SMB 3.0 do Windows Server 2012, onde podemos apontar todas as LUNs disponíveis em um File Server e por meio do SMB 3.0 mapear as VMs entre os diferentes storages.

    Tierização

    Este recurso está presente em alguns storages de mercado e pode ser simulado pelo VMM. Significa ter a possibilidade de termos diversos storages com performances diferentes e ter a capacidade de mover uma VM de um storage mais lento para outro mais rápido de forma transparente a operação.

    Isso pode ser simulado pelo VMM e pelo Hyper-V 3.0 com o recurso Storage Migration, onde podemos mover as VMs com Live Storage Migration permitindo que a operação não seja interrompida quando movemos entre os diferentes modelos de storage disponíveis.

    Porem, alguns modelos storage como, por exemplo Compellent e Equallogic, podem conter “gavetas” de discos de diferentes tipos e mover os dados entre as gavetas conforme a performance necessária da aplicação ou maquina virtual. Neste caso o software do storage faz isso automaticamente conforme a carga que cada VM ou aplicação impõe ao storage.

    Fonte: http://www.dellstorage.com/storage-tiering-archiving/storage-tiering.aspx

    image

    Para mais informações sobre o Windows Server 2012, acesse: http://clk.atdmt.com/MBL/go/425205719/direct/01/

    Posted: jun 21 2013, 10:38 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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    Utilizando o MBCA para Analisar Serviços e Servidores

    A Microsoft disponibiliza diversas ferramentas de análise da implementação de um produto. Alguns são nativos e outros opcionais:

    Produto Disponibilidade Download e Instalação
    Microsoft Baseline Configuration Analyser (MBCA) Extensivel, forma a base para análise de diversos produtos como SQL Server 2012, System Center 2012, Dynamics e outros

    MBCA - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=16475
    SQL 2012 - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=29302
    Dynamics AX 2012 - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=28749
    SC 2012 - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=36796
    Prereq RSAT W8 - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=28972

    Microsoft Baseline Security Analyser Ferramenta que analise a segurança do Windows, até o Windows 2008 R2.
    Foi descontinuada após o Windows Server 2012
    http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=7558
    Best Practices Analyser São ferramentas nativas do Windows 2008 R2 e Windows 2012 Podem ser instalados pelo Server Manager http://technet.microsoft.com/en-us/library/dd759260.aspx
    Failover Cluster Validation Nativo da feature Failover Cluster Executado pelo MMC do Failover Cluster

    Vários artigos abordam o uso do BPA e do validador do Cluster são nativos e o MBSA foi descontinuado para o Windows Server 2012, então neste artigo trataremos apenas do MBCA e seu uso exemplo com o System Center 2012.

    Instalação do MBCA e Pacotes

    A instalação deste produto é muito simples, bastando executar o instalador.

    Após instalar o MBCA passamos a instalar as ferramentas, ou pacotes de análise, permitindo que ao abrir o MBCA vejamos uma lista dos pacotes de análise disponiveis:

    08-04-2013 10-20-45

    Executando o System Center 2012 Configuration Analyzer

    Note que ao abrir o menu não terá uma opção para o SCCA, uma vez que ele é um plugin do MBCA, como pode ser visto abaixo:

    28-02-2013-09-40-41_thumb3

    O passo seguinte é selecionar os computadores que serão validados. Porem, para validar alguns servidores remotos pode ser necessário fazer o registro de segurança com Setspn. Se você não sabe como utilizar, pode usar as instruções do próprio SCCA, como mostrado nos tópicos a frente:

    28-02-2013-09-40-51_thumb3

    Os resultados são mostrados em duas abas, sendo possivel ver um resumo ou detalhamento dos dados analisados. No exemplo abaixo executei em um SCSM 2012 SP1 e o resultado inicial é que não há pendencias e permitindo exportar o relatório que pode ser revisado posteriormente depois de salvo com a opção “Open Report” no primeiro pront.

    28-02-2013-09-42-38_thumb3

    28-02-2013-09-43-08_thumb1

    Utilizando a opção Collected Data é possivel ver os dados utilizados pelo SCCA para validar o SCSM:

    28-02-2013-09-42-49_thumb2

    Servidores Remotos

    Instalar o MBCA e o SCCA em um único servidor é útil para evitar a instalação em uma farm de servidores ou mesmo para maquinas com acesso limitado. Porem, em alguns casos nao é possivel executar o SCCA remotamente tendo como resultado a mensagem abaixo:

    28-02-2013-10-13-44_thumb1

    A função Credssp permite que o servidor onde o SCCA está instalado tenha acesso ao servidor que está sendo analisado, sendo simples de ser executado e necessário para análises remotas.

     

    image

    Para mais informações sobre o Windows Server 2012, acesse: http://clk.atdmt.com/MBL/go/425205719/direct/01/

    Virtualização de Aplicações de Servidores com o Server App-V do VMM 2012

    Neste artigo irei abordar a criação dos pacotes de aplicações virtualizadas. Este recurso é essencial para automatizar a criação de serviços como abordado no artigo anterior disponível em http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-o-VMM-2012-para-criar-camadas-de-servicos-com-o-Windows-2012-na-nuvem-privada.aspx

    Entendendo Aplicações Virtualizadas

    O recurso da virtualização de aplicações nada mais é do que um processo onde é capturada toda a atividade durante a instalação de um software seja chaves de registro, arquivos, configurações e atalhos.

    O diagrama abaixo nos dá uma visão de como o processo funciona e irei abordar cada parte da criação do pacote neste artigo.

    image

    Instalando o Server Application Virtualization Sequencer

    O Server App-V faz parte do VMM 2012 e pode ser encontrado na mídia de instalação no diretório D:\SAV\amd64 com o nome de SeqSetup.exe:

    image

    Após executar o instalador será gerado um atalho no menu iniciar para chamar o Server Application Virtulization Sequencer, que chamamos de Server App-V ou apenas SAV, e ao executá-lo terá acesso as suas funções principais que consistem em criar ou editar pacotes:

    image

    Virtualizando um Aplicação

    Ao escolher a opção de criar um novo pacote será conduzido por um wizard muito simples, mas que exige certos cuidados.

    O primeiro passo é escolher o executável que será utilizado para instalar a aplicação:

    image

    Na sequencia indique o nome que será dado ao pacote e o diretório onde ele será gerado:

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    O wizard irá executar o instalador indicado, com um aviso muito importante: O diretório definido para a aplicação tem que ser o mesmo criado no passo anterior no disco Q:

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    Importante: Se escolher um diretório diferente do indicado no primeiro passo (criação do pacote) os arquivos da aplicação não estarão no pacote, comprometendo a execução.

    Ao terminar a instalação da aplicação é importante que você não a execute até que termine o wizard, clicando em Finished:

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    Neste momento o SAV irá procurar as alterações em arquivos e registro que a aplicação tenha realizado, podendo ser um processo rápido (2 minutos) ou lento (até 1 hora) dependendo do que será coletado e o tamanho do disco:

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    Agora sim é o momento de executar a aplicação e fazer customizações, uma vez que o SAV já inventariou alterações feitas pelo instalador:

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    No meu exemplo, configurei o tema da aplicação e o fechei. Automaticamente o wizard detectou o fechamento da aplicação e indica que foram capturada as informações:

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    Assim, o pacote está criado e o wizard mostra a mensagem de sucesso:

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    Ao clicar em Close será aberto automaticamente o editor de pacotes, que também pode ser executado no menu inicial do SAV, para que você valide o que será instalado. Nesse passo é importante olhar com cuidado o que foi coletado para evitar conflitos entre diferentes versões de sistemas operacionais ou outros aplicativos.

    Ao terminar a edição, salve o pacote. Neste caso não é só criado o pacote mas também os arquivos de projeto do SAV no diretório indicado:

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    Editando Pacotes

    A edição de pacotes é realizada no final de um sequenciamento ou pelo menu inicial do SAV que está no tópico anterior e consiste em abrir o arquivo SPRJ criado.

    Como comentado acima, é importante lembrar de verificar em detalhes o pacote e evitar que cause problemas ao ser instalado em um servidor, uma vez que o editar permite alterar, deletar e incluir novos itens:

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    Criando um Perfil de Aplicação

    Para aplicar um pacote em um Service Template ou VM Template podemos criar um perfil incluindo uma ou várias aplicações. Para criar o perfil de aplicações utilize o menu corresponde em Library do VMM

    Indique quais sistemas operacionais são suportados pela aplicação e inclua o pacote criado dentro de Applications:

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    Importante: Para a aplicação aparecer na lista acima, o diretório criado pelo sequenciador precisa ser copiado no Library do VMM 2012:

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    Incluindo uma Aplicação Virtualizada em um Template

    Como já comentado a aplicação pode ser incluída em um Service Template como também comentado no artigo sobre os modelos de serviço.

    Para isso clique na área Add Application do template e selecione o perfil ou mesmo a aplicação diretamente:

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    Pronto!!!! A aplicação está vinculada a VM que será instanciada pelo Service Template:

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    Utilizando o VMM 2012 para criar camadas de serviços com o Windows 2012 na nuvem privada

    Neste artigo irei abordar o recurso de templates de serviço no System Center Virtual Machine Manager 2012, e antes de mostrar como funciona é importante contrastar e relacionar com os templates de Virtual Machine, disponível desde a primeira versão do VMM.

    Entendendo Service Templates

    O recurso de templates do VMM desde as primeiras versões permite criarmos uma maquina virtual como modelo para utilizarmos no momento de criação de outras VMs. Para isso é criado uma VM, executado o SysPrep e copiado o VHD para a Library.

    O recurso de Service Template utiliza os templates de VMs, mas é um recurso mais sofisticado onde podemos juntar aplicações virtualizadas, banco de dados SQL Server, definição da rede e storage automaticamente.

    Um exemplo simples de implementação deste recurso é criar máquinas virtuais com determinadas aplicações pré-instaladas, por exemplo, servidores de antivírus. Para isso é possível virtualizar a aplicação que será instalada nas VMs com o Server App-V e incluir o pacote no serviço.

    Nota: No próximo artigo irei abordar o Server App-V.

    Um exemplo mais complexo é a implementação de um serviço de três camadas onde temos um servidor IIS acessando dados do SQL Server. Podemos criar um dois templates de VMs, um com o SQL Server virtualizado e outra máquina virtual com o IIS configurado, além da aplicação virtualizada dos componentes da camada de negócios.

    Em ambos os casos, para fazer a criação das VMs basta clicar no Service Template e gerar a Instancia onde todas as VMs serão automaticamente criadas, configuradas e disponibilizadas.

    Criando Service Templates

    Para criar os templates utilizamos o menu próprio em Fabric do VMM 2012. Ao solicitar criar um novo template é possível escolher alguns modelos padronizados, como modelo em camadas com múltiplos servidores, um único servidor ou em branco.

    Um exemplo de criação dos modelos de serviço pode ser visto abaixo, onde utilizei a opção Two-Tier onde são definidas duas VMs e uma rede lógica:

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    Neste exemplo temos duas VMs que serão configuradas, uma com IIS e a outra com SQL Server com uma placa de rede em cada uma, conectada a rede local criada anteriormente no Fabric à Virtual Networks, fornecendo assim o IP, MAC Address e até NLB se for necessário para o serviço.

    Para cada VM fazemos a configuração das suas funções separadamente, após definir qual o template de VM será usada em cada uma das camadas (tiers).

    O primeiro conjunto de propriedades irão definir os dados do hardware da VM, lembrando que o padrão será a definição já criada no template da VM:

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    A seguir configuramos os papeis (roles) do Windows que serão habilitados na VM, o que é uma automação do que teríamos que fazer no Server Manager logo após instalar uma VM:

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    Assim como as roles, identificamos as features (recursos) que esta VM irá ter:

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    Ainda nas configurações do sistema operacional da VM podemos indicar os dados de ativação, nome, usuário e senha, etc. No que no exemplo abaixo o nome do computador está com asterisco “*” pois o nome da VM é indicado no momento em que instanciamos o serviço, já que a cada criação do conjunto as VMs precisarão ter um nome específico:

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    Na sequencia podemos indicar serviço e aplicações que serão instaladas na VM baseados nos profiles que iremos abordar no tópico a frente. Este item é interessante para já instalar o pacote da aplicação do cliente quando esta já estiver disponível, como por exemplo, um sistema de comércio eletrônico ou outro:

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    O ultimo passo é definir a cota, ou “preço” de cada VM, que será importante ao se criar usuários que utilizarão os serviços a partir do System Center AppController, uma vez que definimos o “crédito” de cada um dos usuários.

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    Instanciando um Serviço

    Para criar o conjunto de VMs para o serviço, basta clicar sobre ele e usar a opção “Publish” definindo em qual nuvem será criado o conjunto das VMs:

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    Logo após será aberta a tela de configuração dos dados específicos das instâncias (locais onde ficaram asteriscos “*”), como o exemplo abaixo retirado do System Center App Controller:

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