MVP: System Center Cloud and Datacenter Management, MCT, MCSE, MCITP, MCPD, MCDBA
MVP Logo

Pageviews The process cannot access the file 'D:\home\site\wwwroot\Visitas2.xml' because it is being used by another process. 2020: 25812361
Pageviews 2019: 4355776
Pageviews 2018: 4296564
Pageviews 2017: 4351543
Pageviews 2016: 3991973
Pageviews 2015: 2675433
Pageviews 2014: 2664208
Pageviews 2013: 2399409
Pageviews 2012: 3209633
Pageviews 2011: 2730038
Pageviews 2010: 1470924
Pageviews 2009: 64608

Últimos posts

Categorias

Arquivo

Tags

Monitorando Azure com o System Center Operations Manager (SCOM)

Muitas empresas utilizam o SCOM para monitorar ambientes on-premisse. Estender essa monitoração para recursos do Azure ajudará a centralizar os alertas e dashboards como cockpits integrados.

Para baixar o Management Pack utilize o link: https://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=50013

Instalando e Configurando o MP

Ao executar o pacote poderá encontrar os 3 arquivos de MPs que deverão ser importados:

1-MP

Na sequencia abra o console e importe os 3 pacotes instalados:

2-Importa

Após fazer a importação dos pacotes poderá atribuir as subscrições que deseja monitorar e isso pode ser feito por atribuir o usuário na autenticação ou criar uma SPN no Azure para servir de aplicação e auxiliar no Azure se necessário procurar os registros ou atribuir permissões especificas.

Esse processo de criação do SPN é automático bastando informar o usuário e deixar que o Wizard faça o trabalho!

4-SPN

3-Assinaturas

Configurando o que será monitorado

Encontre o Management Pack MS Azure Monitoring e escolha qual das subscrições quer monitorar. A recomendação é que crie um novo Management Pack para hospedar os recursos que irá monitorar e facilitar a reconfiguração se for necessário.

Se houver diversas subscrições, será necessário reconfigurar e seguir o processo para incluir no mesmo MP customizado criado para cada uma das subscrições.

5-Novo monitor

6-subscricao

7-recursos

Encontrando os Recursos

O Management Pack cria uma nova pasta em Monitoring com o nome Microsoft Azure com diversos itens, onde poderá ver os diversos tipos de dashboards e relatórios disponíveis.

Em alguns minutos o SCOM já irá coletar os recursos e logo após retornar o status de cada um deles.

8a-Saude vms

8-Saude recursos

Como são diversos recursos e relatórios, poderá visualizar dados de performance, status e definir ou alterar alertas conforme as regras comuns de status.

Posted: out 06 2020, 20:18 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
  • Currently 0/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

E-book recursos de segurança e Suporte a LGPD do Microsoft Office 365

Com a entrada em vigor da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) em 19/Setembro/2020, a procura por produtos que deem suporte a vazamentos de dados se tornou prioritária.

Na prática já deveríamos ter essa preocupação a muito tempo, mas agora com a Lei aprovada é necessário implementar algumas regras.

Sabemos que nem todos os artigos tem a ver com regras técnicas, por exemplo ter metodologias implementadas que comprovem o cuidado que a empresa tem no dia a dia que pode ser ISOs, ITIL e outras que já sejam praticadas e reconhecidas.

Porem a proteção do vazamento por e-mail, ferramentas de IM e até roubo de equipamentos físicos é sim uma caraterística técnica. Sem falar em arquivamento de dados legais que não tem a ver com a LGPD mas sim com normas jurídicas e fiscais (retenção de 7 anos por exemplo).

Sendo assim, quais ferramentas o Microsoft Office 365 contem e podem ser habilitadas?

Nesse e-book abordamos as diferentes ferramentas e pacotes que as contem, lembrando que não é um guia de implementação com telas, mas sim descrição dos recursos.

image

Clique aqui para baixar!

Azure Arc–Gerenciamento integrado Multi-cloud

O Azure Arc é um produto em preview que tem a função de padronizar e permitir utilizar recursos do Azure para gerenciamento de VMs e Clusters Kubernets hospedados em ambientes on-premisse ou outras clouds integrado.

https://azure.microsoft.com/en-us/services/azure-arc/

Computadores

Habilitando o Serviço por Registrar os Componentes

O primeiro passo é acessar as subscrições onde irá hospedar os serviços do Arc.

Uma vez escolhida a subscrição, deve-se registrar os recursos de Hybrid como abaixo.

Em geral o recurso ADHybridHS já estará habilitado e tem a ver especificamente com a sincronização de AD, mas os recursos de Compute, Data e Network precisam ser habilitados antes de incluir recursos:

Registro Provedores

Registrando Computadores e Recursos

Ao criar o recurso do Arc, escolha uma subscrição e um Resource Group para servir de base e que futuramente após o Preview irá ter o débito (se existir) dos serviços.

Logo após habilitar clique no botão Adicionar do primeiro print deste artigo e baixe o script para executar nos servidores. Caso queira abrir o script ele é bem simples e basicamente faz o download de um msi e o executa com os dados da subscrição.

Onboarding

A primeira execução do script mostra a obrigatoriedade de ativar os recursos, que foi o primeiro tópico desse artigo, e será um erro recorrente já que ao habilitar o Arc esse processo deveria ser automático.

Note que na execução do script ele gera um código que deverá ser confirmado no site indicado https://microsoft.com/devicelogin

Registro Servidor

Utilizando Politicas e Iniciativas

Assim que vinculados, já podem ser criadas e habilitadas as diferentes Politicas e iniciativas que serviriam para criar alertas e definir padronização de recursos no que geralmente chamamos de Compliance.

Politicas-1

Por default as politicas acima são configuradas, mas é possivel criar novas para gerar reports de compliance. Para isso utilize as regras pré-existentes que irão facilitar diversos tipos diferentes de alertas como backup, antivirus, ASR, etc.

Politicas-2

Já para as Iniciativas não estamos apenas verificando, mas implementando alguns tipos de padrões como o nivel de auditoria ou requisitos legais/padrões regulatórios:

Iniciativas

Habilitando o Log Analytics

Para que os recursos funcionem corretamente é importante o auxilio do Log Analytics que irá capturar os dados do servidor para gerar alertas e mapas de relacionamento.

Para isso acesse os servidores e clique no aviso na tarja que é exibida e com isso poderá habilitar os recursos para cada servidor ou em Insights. Uma caracteristica interessante é que cada servidor pode utilizar subscrições diferentes ou até workspaces diferentes de Log Analytics.

Habilitar Log Insigths

A partir da integração que irá demorar de 5 a 10 minutos, já é possivel usar os monitores, alertas e até o mapa de relacionamento:

Alertas

Monitor-1

Monitor-2

Mapa

CONCLUSÃO

Em comporações com servidores fisicos, servidores virtuais e maquinas em clous ter a facilidade de integrar as funções de gerenciamento do Azure irá ajudar muito.

Grande parte do trabalho já é possivel no Log Analytics mas de forma passiva. Com a integração simples com as politicas, iniciativas e interface o uso do Azure Arc irá ser uma ferramenta excelente para profissionais de TI com ambientes multiplos de hospedagem.

Possibilitando trabalho remoto em período de Corona Vírus

Nesse período em que muitos colaboradores estão sendo movidos para remote office, que soluções podem ser adotadas rapidamente para isso?

Cenário 1 – Uso de VPN

A primeira solução é o uso de VPNs, onde o colaborador irá acessar de sua casa o ambiente de rede da empresa via internet.

Quais as vantagens?
Esse método é bem interessante por ser rápido de implementar, em geral no firewall que a  empresa já utiliza. O usuário poderá acessar seus e-mails, servidores e aplicações como se estivesse fisicamente dentro da empresa, usando seu computador pessoal. Como utiliza um produto já existente na maioria dos ambiente, o custo é mínimo para habilitar no firewall e muitos fabricantes basta habilitar.

Quais as desvantagens?
O maior risco no uso de VPNs é a falta de segurança advindo de  conexões externas diretas, de equipamentos desconhecidos. Por exemplo, imagine que a maquina do colaborador é a mesma que ele baixa conteúdos da internet, joguinhos e outros. Que garantia eu tenho que não entrará um worm ou vírus por essa conexão? Nenhuma.

Quais soluções posso usar para complementar a segurança?
NAC
(Network Access Control) são protocolos e proteções instaladas no firewall que ao tentar se conectar um script é executado no equipamento remoto para validar se ele tem anti-virus valido, atualizações de sistema operacional, etc por meio de uma regra NPS (Network Policy Service/Server). Porem, os NPSs costumam ser limitados no que podem checar e ai é quando precisamos instalar um agente antecipadamente e só validam no momento de entrada na rede sem validar configurações que possam ser alteradas ou permitam que o equipamento fique desprotegido.
Já a solução de MDM no portfólio de Microsoft é o Microsoft Intune que agora se chama Microsoft Endpoint Management Service por ter se juntado ao SCCM (System Center Configuration Manager).
O Intune é uma solução em nuvem com funções similares ao SCCM, mas com módulos para dispositivos como telefone e tablets. Ele permite que o administrador crie regras de validação para serem aplicadas na máquina do usuário a partir do software de monitoramento e essas regras podem envolver:

• Atualizações de sistema operacional
• Instalação de aplicações corporativas automaticamente
• Regras de Compliance como obrigatoriedade e tipo de senha, uso de recursos compartilhados entre diferentes ambientes no mobile (KNOX e Apple Secure)

• Restrição a troca de informações entre aplicativos classificados como corporativos (copiar e colar)
• Diversas outras regras que variam entre Android, iOS, MAC e Windows
Se integram com vários modelos de NAC físicos

Cenário 2 – Uso de PaaS e SaaS para aplicações de trabalho

Muito conhecido como Modern Workplace essas soluções no portfolio de Microsoft estão no Microsoft Office 365.
Vendidos em pacotes individuais de serviços, pacote Business (até 300) e enterprise (Office 365 e Microsoft 365) possibilitam que um colaborador trabalhe remoto sem qualquer tipo de acesso a rede interna.

Quais as vantagens?
Por terem diferentes modelos de aquisição contratual (CSP por demanda, MPSA e EA com preços fixados) é acessível a todos os clientes.
A segurança dos dados é maior pois o usuário acessa arquivos e email diretamente da Microsoft por meio da internet comum e não tem acesso aos servidores internos da empresa. Por ser um modelo de serviços em nuvem, não precisa de instalações, servidores e infraestrutura local além do TCO de manutenção e operação desses serviços.
Bem, não precisamos falar muito porque hoje já é consolidado o modelo de PasS e SaaS com Exchange, Teams, SharePoint, OneDrive e outros produtos da suíte.

Quais as desvantagens?
Existem poucos pontos negativos, já que aqui estamos tratando de serviços essenciais (email, mensageria, áudio e vídeo conferencia, troca de arquivos). Mas o acesso irrestrito dos dados sem a facilidade de criar regras de segurança que temos com ACL em um servidor de arquivos físicos assusta muita gente... Uma vez que os arquivos estão na nuvem e acessíveis de qualquer lugar e dispositivo como evitar o acesso indevido?

Quais as soluções que protegem o meu conteúdo?
Nesse ponto é que as coisas ficam mais fáceis! No modelo de PaaS e SaaS do Office 365 temos pacotes de segurança disponíveis para qualquer uma das opções tanto contratuais como tipo de pacote:

• Criptografar, categorizar e identificar conteúdo protegido temos o AIP (Azure Information Protection) que é o antigo RMS do Windows, agora em nuvem, que pode identificar por exemplo que um usuários está passando CPFs e Passaportes para outras pessoas dentro ou fora da empresa
• Detectar atividades suspeitas temos o ATP (Azure Advanced Threat Protection) que analisa a atividade no AD local e em nuvem

• Com o CASB (Cloud App Security) Fazer detecções avançadas de uso, integrando aplicações de terceiros e identificando possíveis violações e problemas como logins em diferentes localidades simultâneas ou em deslocamentos impossíveis (chile e Australia em menos de 2 horas por exemplo)
Permitir a criação de regras de acesso e login (similar ao NAC) com o AD Premium, que também possibilita relatórios detalhados de atividades

Esses recursos citados são os que cobririam a segurança do acesso aos dados da empresa em qualquer dispositivo!

Cenário 3 – Virtual Desktop

Solução já muito conhecida, pode ser implementada em modelo de acesso direto a aplicativos a partir de servidores (RDS) ou maquinas virtuais independentes para os usuários (VDI).

Quais as vantagens?
Nada está fora da empresa, não existe troca de dados via internet.
Nesse modelo, os dados são acessados de dentro da empresa, uma vez que o usuário irá ver a tela do servidor ou de sua VM pessoal que está na infraestrutura e rede da corporação.
Então o acesso aos dados é muito controlado e 100% similar ao que o colaborador estaria vendo e fazendo sentado na sua mesa de escritório.

Quais as desvantagens?
Custo, tanto de equipamentos quanto licenciamento.
Para montar uma estrutura de RDS (Remote Desktop Service) é possível usar direto o Windows Server e ter um custo bem mais atrativo ou soluções como VMWare Horizon e Citrix.
Já para a solução de VDI (Virtual Desktop Infrastructure) temos um alto custo, já que para cada usuário logado é necessário ter uma VM Windows 10 ativada.
Sendo assim, se houver 200 usuários remotos será necessário ter 200 VMs ativas em servidores físicos, que acabando o surto deixariam de ser necessárias.

Quais alternativas para a falta de Hardware nesse momento de isolamento?
A Microsoft possui um serviço chamado WVD (Windows Virtual Desktop) que é um VDI hospedado, com a vantagem de ser escalável podendo ir de 1 a 25.000 VMs em minutos! Esse serviço é aberto a todos os clientes por meio de uma conta no Azure e o licenciamento de Windows Enterprise com SA ou Windows E3 que é subscrição.
Usuários que já tem o Microsoft 365 (exceto F1) já estão habilitados, uma vez que o M365 E3 e E5 incluem o licenciamento de Windows Enterprise.
E para os que não tem, pode fazer a subscrição de licenças Windows E3 no modelo CSP mensal, onde irá pagar apenas pelo que ativar de WVDs.

Uso de CPU não identificado no Task Manager

Essa dúvida é antiga!

Ao usarmos o Gerenciador de Tarefas (Task Manager) do Windows o processo System fica travado ente 20-30% de uso da CPU.

O processo System nunca deveria ter uso constante, ele é acionado todas as vezes que uma tarefa do Kernel é executada e voltar a taxas entre 0-1%.

Sintoma no Task Manager

Veja que o processo fica alto, apesar de não ter motivos já que memória esta em menos de 100Kb, disco e rede zerados.

tela1

O que normalmente provoca esse comportamento?

Se memoria e disco estivessem altos poderia ser uma atualização ou processo que travou e o sistema operacional está tentando recuperar, mas não bate com a situação acima.

Isso indica que o processo é derivado não de um programa, mas de um dispositivo que não usa recursos do sistema como uma placa de vídeo, controladora ou outro.

Como encontrar a fonte do problema?

Como o Task Manager é uma ferramenta de usuário ele omite importantes detalhes interno. Sendo assim, baixe e utilize o Process Explorer ferramenta da SysInternals (pertence a Microsoft) em https://docs.microsoft.com/en-us/sysinternals/downloads/process-explorer

Após abrir o PROCEXP poderá ver o mesmo processo System agora em detalhes e visualizar o que ele está executando:

tela2

Clique com o botão direito e veja os detalhes do processo onde poderá na aba Threads ver o que o processo System está controlando e pelo uso da CPU identificar quem é o responsável pelo alto uso de CPU:

tela3

Ao clicar no processo “criminoso” vemos os detalhes e entendemos o que está causando o alto uso de CPU:

tela4

Agora bastaria procurar na internet o que é esse processo e descobriria que ele é bem básico e se trata do driver de gerenciamento de energia do equipamento (Power Interface).

Sendo assim, recorri ao site do fabricante e baixei os drivers atualizados e o resultado após o boot é o processo System no seu devido lugar na lista de tarefas:

Telafinal

Conclusão

Esse processo não quer dizer que o erro é sempre o mesmo, esse é um exemplo de como encontrar um processo ou programa que trave sua maquina.

Muitos usuários não tem muito conhecimento para resolver sozinhos, mas é possivel encontrar muitas referencias na internet depois que identificar o processo que causa o problema.

A dica vale principalmente para processos com dependências como é o caso do System que no Task Manager ficam ocultas.

Posted: mar 23 2020, 19:18 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
  • Currently 0/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
Filed under: Hardware | Outros
Login
Marcelo de Moraes Sincic | All posts tagged 'med-v'
MVP: System Center Cloud and Datacenter Management, MCT, MCSE, MCITP, MCPD, MCDBA
MVP Logo

Pageviews 2020: 25812361
Pageviews 2019: 4355776
Pageviews 2018: 4296564
Pageviews 2017: 4351543
Pageviews 2016: 3991973
Pageviews 2015: 2675433
Pageviews 2014: 2664208
Pageviews 2013: 2399409
Pageviews 2012: 3209633
Pageviews 2011: 2730038
Pageviews 2010: 1470924
Pageviews 2009: 64608

Últimos posts

Categorias

Arquivo

Tags

Exame 70-669–Microsoft Desktop Virtualization

Hoje passei no exame 70-669 que abrange as tecnologias de virtualização de desktops da Microsoft. Ele é o segundo de três exames necessários para o MCITP em Virtualização.

image

Vou detalhar as 4 principais tecnologias que são abordadas e alguns exemplos de perguntas. Obviamente que meu exame teve uma parte das perguntas possiveis e não vou passar exatamente os cenários nem as opções.

Seguem materiais de estudos obrigatórios para este exame:

APP-V (Application Virtualization)

Este é a tecnologia que a Microsoft adquiriu a alguns anos e se chamava SoftGrid. O conceito deste tipo de tecnologia é muito interessante, mas apesar de levar o nome de virtualização é bem diferente dos modelos que conhecemos no Hyper-V e MED-V. É formado pelo App-V Manager e o App-V Sequencer.

O trabalho começa ao “sequenciar” uma aplicação e criar um pacote. Este processo nada mais é do que um monitor que ao ser iniciado passa a copiar tudo o que acontecer em um desktop. Após iniciá-lo fazemos a instalação de um software e ao final temos o pacote (package) pronto com todos os arquivos, chaves de registro e atalhos.

Exemplos de perguntas sobre o App-V:

  • Um pacote ficou corrompido, qual a melhor forma de resolver?
  • Como você faria para distribuir um pacote sem ter o App-V Manager no ambiente?
  • Qual a ferramenta para garantir atualizações no pacote sem redistribui-lo?

Portal TechNet: http://technet.microsoft.com/en-us/appvirtualization/bb508934 e http://technet.microsoft.com/en-us/appvirtualization/cc843994

MED-D (Enterprise Desktop Virtualization)

O MED-V nada mais é do que um automatizador e gerenciador de imagens para o Windows Virtual PC do Windows 7, e é formado pelo gerenciador e pelo MED-V Workspace que fica no desktop.

Esta ferramenta irá permitir que as imagens de Windows XP criadas com aplicativos sejam distribuidas entre os usuarios. Por exemplo, imagine que duas determinadas aplicações não executem no Windows 7 e seja necessário usar o XP Mode. O MED-V ajudará a distribuir, atualizar e controlar estas VMs.

Exemplos de perguntas sobre o MED-V:

  • Como fazer para converter o MED-V já existente para Cluster?
  • Como otimizar a distribuição de imagens do MED-V pela rede?
  • Como evitar que o MED-V consuma muito espaço em disco no servidor?

Portal TechNet: http://technet.microsoft.com/en-us/windows/bb899442 e http://technet.microsoft.com/pt-br/windows/gg276319.aspx

RDS (Remote Desktop Services)

O RDS é o Terminal Services do Windows 2008 e dispensa grandes explicações. Porem, é importante lembrar que ele é formado por vários componentes: RD Gateway para garantir acesso pela internet, RD Web Access para criar o portal de aplicações pelo browser, RD Broker para distribuir e gerenciar afinidade entre o farm, RD Session para manter os perfis dos usuários.

É importante lembrar muito bem os papeis e como cada um deles se relaciona com outro e qual a melhor forma de trabalhar com estes papeis em uma empresa.

Exemplos de perguntas sobre RDS:

  • Dado um quadro de servidores com várias funções, qual deles seria colocado no Conexão da Area de Trabalho?
  • Como garantir que uma impressora do usuário não seja redirecionada para a sessão remota?
  • Como impedir que um pendrive seja mapeado na sessão remota?
  • Quais portas e serviços adicionais precisam estar habilitados entre os papeis do RDS?

Portal TechNet: http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc770412.aspx e http://technet.microsoft.com/en-us/edge/ff945046

VDI (Virtual Desktop Infrastructure)

Esta tecnologia pode ser facilmente explicada como uma junção do RDS com o Hyper-V para criar ambientes virtuais de desktop. Você pode criar várias VMs de Windows 7 no Hyper-V e pelo AD Users and Computers vincular os usuários as VMs quando eles acessarem pelo RDS.

Esta foi a parte do exame que teve menos perguntas, já que o processo de VDI da Microsoft é extremamente simples de ser criado e configurado. Também não é facil encontrar documentação sobre isso, porem no Edge existem muitos vídeos.

Exemplos de perguntas sobre VDI:

  • Como fazer o licenciamento “per-user” e “per-device”, revogar de um ou outro e implementar?
  • Qual a melhor forma de transferir dados de uma VM para outra?
  • Como fazer com que um atalho apareça para todos os usuários?

Portal TechNet: http://technet.microsoft.com/en-us/edge/ff945049

É isso ai, bom exame e me conte se passou!!!

Posted: out 21 2011, 19:50 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
  • Currently 0/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Lançamento do MDOP 2010: Novidades

Hoje foi anunciado o lançamento do MDOP 2010. Para quem não conhece o pacote MDOP (Microsoft Desktop Optimization Pack) é uma série de produtos para quem tem contrato SELECT, ENTERPRISE AGREEMENT e outros de licenciamento, pago conforme o numero de licenças do Windows client e acrescentado ao contrato.

Alguns dos produtos que mais se destacam no MDOP:

MED-V: É como o "XP Mode" do Windows 7, porem centralizado. Imagine poder distribuir as VMs do XP Mode utilizando regras da empresa ao invés de instalar em maquina por maquina. Alem disso o MED-V permite que as regras de software que precisam de emulação sejam definidas e distribuidas em ambiente centralizado. Para mais detalhes veja o post http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/MED-V-e-XP-Mode-do-Windows-7.aspx

SCDM (System Center Desktop Monitoring): Este é excelente. Fornece para desktops controles como o SCOM faz para servidores. Os gráficos que o SCDM gera são muito bons e agora na versão nova o dashboard ficou excepcional.

APP-V 4.6: Esta ai outra boa noticia, o APP-V 4.6 agora tem versão 64 bits !!!!! Isso era um problemaço, mas para entender, primeiro é necessário saber o que é o APP-V. Trata-se de um produto que virtualiza software em um servidor para os clientes. Imagine ter no servidor o Office XP, 2003 e 2007 sequenciado (instalado) e este software ser distribuido aos clientes por demanda quando clicam em um link, se a cópia em cache do cliente estiver desatualizada atualiza automaticamente. Isso é o APP-V. Mas o problema é que não havia versão para x64 e isso limitava em muito quando o cliente adotava ambientes de clientes em 64 bits, o que no ultimo ano se tornou comum. Agora você já sabe porque o APP-4.6 é um grande anuncio.

Segue o link do lançamento: http://blogs.technet.com/virtualization/archive/2010/02/23/MDOP-2010-Launches_2C00_-with-64_2D00_bit-version-of-App_2D00_V-4.6.aspx

Posted: fev 23 2010, 15:36 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
  • Currently 0/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

MED-V e XP Mode do Windows 7

Nos ultimos dias ouvimos muitas noticias sobre o XP-Mode do Windows 7.
Para quem acompanhava noticias sobre virtualização de aplicações notou que um termo muito utilizado era um tal de "MED-V".
Para entender o que é o MED-V é necessário conhecer o pacote MDOP, que só é disponivel para clientes de contrato Software Assurance.
O MDOP possui uma aplicação chamada SoftGrid da Microsoft (uma empresa comprada) que faz a virtualização de aplicações utilizando camadas intermediárias de software. O SoftGrid gera um pacote em um unico arquivo com a aplicação instalada em uma máquina de staging (estágio) onde fazemos o processo de sequence (sequenciamento) da aplicação que consiste em monitorar todos os arquivos, configurações e alterações que um determinado programa faz durante um processo de instalação. Após este processo terminar é gerado um único arquivo com todos os dados e arquivos. Este arquivo é enviado as estações quando executam a aplicações através de um cliente "app launcher" (lançador de aplicações).
Este processo funciona muito bem desde que respeitados algumas limitações. A primeira que o SoftGrid só funcionava com aplicações 32 bits, nada de 64. Outra que o SoftGrid não emulava hardware, apenas criava o pacote.

Qual a vantagem do MED-V?
O MED-V faz a virtualização do ambiente completo, incluindo o sistema operacional. Ou seja, o recurso "XP Mode" do Windows 7 já podia ser emulado no Windows Vista com o MED-V, mas ainda existe a exigencia do cliente ser SA. Para entender o MED-V pense que hoje para rodar uma aplicação que só executa no Windows XP, Windows 2000 ou qualquer outro a recomendação padrão da Microsoft era instalar o Virtual PC e executar uma VM, o que funcionava. Porem havia o problema de ser uma aplicação utilizada em diversas estações.
São nestes casos que o MED-V ajudará, ele faz o processo de execução da VM em modo Enterprise, ou seja, ele centraliza as VMs e ao usar o "app launcher" vocês estará na verdade executando uma VM.
Atualmente o MED-V está na versão 1.0 para uso, mas já existe uma versão mais recente ainda em Beta.

Mais detalhes: http://www.microsoft.com/windows/enterprise/products/med-v.aspx

Posted: abr 30 2009, 11:47 by msincic | Comentários (6) RSS comment feed |
  • Currently 0/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
Filed under: Windows 7 | Virtualizaçao
Login