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Treinamento sobre SDN (Software Defined Network) com Windows e System Center

Este evento que será apresentado no MVA em 19/Março das 12:00 as 17:00 no horário brasileiro responde a uma pergunta importante: O que é SDN?

Aproveite!!!!

 

Software-Defined Networking with Windows Server and System Center Jump Start

Free online event with live Q&A with the networking team: http://aka.ms/SftDnet

Wednesday, March 19th from 8am – 1pm PST

Are you exploring new networking strategies for your datacenter? Want to simplify the process? Software-defined networking (SDN) can streamline datacenter implementation through self-service provisioning, take the complexity out of network management, and help increase security with fully isolated environments. Intrigued? Bring specific questions, and get answers from the team who built this popular solution!
Windows Server 2012 R2 and System Center 2012 R2 are being used with SDN implementations in some of the largest datacenters in the world, and this Jump Start can help you apply lessons learned from those networks to your own environment. From overall best practices to deep technical guidance, this demo-rich session gives you what you need to get started, plus in-depth Q&A with top experts who have real-world SDN experience. Don't miss it!

Register here: http://aka.ms/SftDnet

Novo MVA: Automatizando Processos com System Center Orchestrator

Ontem foi publicado mais um curso sobre System Center 2012 no MVA, agora para o Orchestrator em complemento aos já produzidos sobre Patch Management e Proteção de dados (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Novos-MVAe28099s-Disponiveis-Gerenciamento-de-Infraestrutura-de-Updates-e-Protecao-de-Dados-e-Servidores-para-Nuvem-Privada.aspx)

O foco neste treinamento não foi fornecer exemplos complexos de automação, mas sim ajudar nos primeiros passos, abordando:

  • Ferramentas – Designer, Console e Deployment Manager
  • Criação e organização de Runbooks
  • Chamada e criação de variáveis
  • Passagem de parametros e dados entre atividades
  • Integração do Orchestrator com o Service Manager
  • Publicação de Runbooks no Service Manager para automação de processos
  • Configuração dos Integrations Pack no Orchestrator

Espero que gostem: www.microsoftvirtualacademy.com/training-courses/automatize-processos-com-system-center-orchestrator?mtag=MVP4029139

Na sequencia já estamos trabalhando em um MVA para automação de processos de Private Cloud com criação de VMs automáticas!

image

Utilizando o Hyper-V Replica Parte II - Boas Práticas para RTO e RPO

No primeiro post sobre Hyper-V Replica abordamos as vantagens sobre réplica de storage e como iniciar a configuração e réplica http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-o-Hyper-V-Replica-Parte-1e28093Vantagens-e-Primeira-Replica.aspx

Neste segundo post vamos abordar como o RTO e RPO são importantes e como o Hyper-V Replica se encaixa nestes conceitos.

Recovery Time Objective e Recovery Point Objective

Basicamente os termos RTO e RPO indicam os objetivos que uma solução de desastre deve cumprir:

  • RTO – Tempo máximo para se recolocar o serviço em produção
  • RPO – Tempo máximo de dados que podem ser “perdidos” entre o evento de desastre e o ambiente restaurado

Um bom exemplo de como estes valores se relacionam e o que significam pode ser explicado no gráfico abaixo:

image

No exemplo acima conseguimos “enxergar” claramente o RTO e o RPO:

  • RTO foi de 5 horas e 3 minutos, entre as 05:15 e as 10:18
  • RPO foi de 3 horas e 15 minutos, entre as 02:00 e as 05:15, uma vez que o backup foi realizado as 2 da manhã

Como determinar o RTO e RPO

Estes valores são determinados por um plano que é chamado de DRP (Disaster Recovery Plan) que é orquestrado por consultorias especializadas neste tipo de processo. Geralmente é realizado quando uma organização está atualizando seu datacenter e, consequentemente revendo suas políticas de recuperação dos dados ou montagem do datacenter redundante.

O processo de levantamento destes dados se baseia em entrevistas e dados do ambiente de TI e, entre outras coisas, coleta:

image

Porque o Hyper-V Replica é uma ótima opção

O processo de backup é uma das formas que o RPO e RTO podem ser cumpridos, porem as práticas normais de restore muitas vezes são impeditivas levando em conta o tempo que é perdido entre o ultimo backup e a falha (RPO) e o tempo necessário para se restaurar um servidor a partir de backups (RTO).

Com o Hyper-V Replica o tempo de RTO é minimo, uma vez que as réplicas mantem a maquina virtual (VM) no ambiente de redundância integra.

E o RPO?

Em um ambiente de backup o RPO é facilmente calculado e mantido. Por exemplo, se o RPO da aplicação CRM tem perda máxima calculada em 30 minutos, podemos fazer o backup incremental a cada 15 ou 30 minutos.

No caso do Hyper-V Replica este tempo não é determinado de forma simples, uma vez que o tempo de replicação (Replication Frequency) de cada VM indica o intervalo e não o periodo desejado de proteção. Seria muito bom ter uma opção onde pudesse ser indicado qual o tempo máximo em que uma réplica pode estar desatualizada…

Um segundo item importante é levar em conta o grupo de uma aplicação, por exemplo mais de um servidor que forma a mesma aplicação e precisa estar com a réplica sincronizada por igual. Como o Hyper-V Replica não tem o conceito de grupo de serviço, não temos como garantir a integridade do conjunto da aplicação.

Outra dificuldade no Hyper-V Replica é o baixo número de opções de intervalo da réplica (Windows 2012 a cada 5 minutos, Windows 2012 R2 a cada 30 segundos, 5 minutos ou 15 minutos):

image

Imagine um cluster com 80 VMs, sendo que cada VM tem impacto diferente no negócio ou requisitos técnicos particulares. Destas 80 VMs algumas são servidores web que podem ser replicadas uma vez por dia, outras são servidores de aplicação que só precisam ser replicados quando sofrem algum tipo de atualização e, por fim temos os servidores que precisam ser replicados continuamente.

Como configurar diferentes RPO?

Uma prática que pode ser adotada de forma simples, é colocar as máquinas em grupos de criticidade e configurar utilizando as 3 janelas de réplica do Windows 2012 R2 (30 segundos, 5 minutos e 15 minutos).

O problema é que se a VM que será replicada a cada 30 segundos for, por exemplo um banco de dados e o ambiente de redundância for por WAN, o consumo do link será muito alto e as outras VMs entrarão em intervalo de réplica e com isso todas as réplicas ocorrerão simultaneamente. Com isso, o RPO ficará prejudicado para todas as VMs críticas e muito baixo para as maquinas não criticas.

Uma boa prática neste caso é configurar as VMs com RPO maior que 2 horas para serem replicadas manualmente por meio de PowerShell abaixo:

Resume-VMReplication MaquinaVirtual –Resynchronize –ResynchronizeStartTime “8/1/2012 05:00 AM”

Este comando pode ser executado pelo Task Scheduler ou utilizando o Orchestrator com schedule embutindo o comando.

No exemplo citado anteriormente, as VMs de banco de dados ou informações como File Server ficariam com a configuração do próprio Hyper-V a cada 5 ou 15 minutos. As VMs estáticas poderiam ser configuradas com replicação manual, e com tarefas ou runbook agendados e recorrentes replicar pontualmente conforme o grupo de criticidade.

Conclusão

Este segundo post abordamos como alcançar o RTO e RPO.

O próximo post irei abordar os comandos e a sequencia de comandos PowerShell que podem ser executados como script ou com Runbook no Orchestrator.

Utilizando o Hyper-V Replica Parte I–Vantagens e Primeira Réplica

O segundo artigo sobre Hyper-V Replica abordando RPO e RTO esta disponivel em http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-o-Hyper-V-Replica-Boas-Praticas-para-RTO-e-RPO.aspx

Apesar de muito noticiado como novidade no Windows Server 2012, o Hyper-V Replica não está sendo tão utilizado pelos profissionais de TI como esperado. Muito provavelmente temos o desconhecimento e a restrição a ser uma nova tecnologia, o que é natural.

Porem, uma das formas hoje usadas para réplica de VMs e que no Hyper-V criam diversos problemas é a réplica de storage, ou seja, a replicação que ocorre entre os storages em casos de datacenter de redundância (DR).

A tabela abaixo mostra alguns motivos pelo qual Hyper-V Replica é melhor opção a réplica de storage:

Storage

Hyper-V Replica

Performance da Réplica

Performance da cópia usa algoritmos dedicados de compressão

Boa performance, só replica alterações no VHDX, Windows 2012 R2 oferece compressão
Consistência Assegura consistência na réplica

Replica baseada em NTFS, permitindo ativo/passivo e Live Migration

RPO

Permite a réplica em agendamentos regulares ou contínuos Permite agendar a primeira réplica, as atualizações são a cada 5 minutos no Windows 2012 RTM e 30 segundos, 5 minutos ou 15 minutos no Windows 2012 R2

RTO

Necessita que os discos sejam ativados e os hosts Hyper-V inicializados Imediatamente os hosts ativam as VMs no DR
Replica de Novas VMs É necessário criar manualmente no site DR Replica qualquer alteração no XML da VM

Admin Tools

Storage console

Console do Cluster/Hyper-V

Nivel de Especialização Conceitos de Storage geral e do fabricante

Hyper-V e Microsoft Cluster

Cancelamento da Réplica Permite cancelar réplica de uma LUN Permite cancelar a réplica apenas de uma VM ou até mesmo um VHDX
Inversão Necessário reconfigurar a réplica Permite a inversão em modo gráfico

Cluster Mode

Ativo/Passivo Ativo/Ativo
Ação de Recover Recriar/Reiniciar os algoritmos de réplica Menu de contexto para reiniciar ou inverter

O maior problema da réplica de storage para Hyper-V é que a LUN replicada no site DR está offline. Sendo assim, não dá para alterar ou mesmo ver no Hyper-V as VMs no site DR, uma vez que a LUN não está acessivel e só pode ficar no momento de uma virada de operação.

Já o Hyper-V Replica permite inverter as VMs sem qualquer passo adicional, incluindo a reversão (inverter primário com secundário). Porem, iremos falar disso em outro post. Vamos focar no momento da primeira réplica.

Existem duas formas de a primeira réplica ser realizada sem utilizar o link entre os sites do exemplo abaixo:

image

A primeira forma é fazer local a configuração do Hyper-V Replica e esperar o secundário ter todas as VMs prontas.

Este método tem a desvantagem da montagem do storage e servidores em dois momentos, o que pode encarecer o serviço e em muitos casos não haver espaço ou recursos de energia elétrica suficientes.

A outra forma é fazer isso por usar o próprio wizard do Hyper-V Replica escolhendo exportar a VM.

Para isso, ao configurar a réplica de uma VM escolha a opção "Send initial copy using external media” e defina um local para exportar os arquivos como abaixo:

image

O passo seguinte é importar a VM no host onde ela foi criada. Note que a VM é criada no final do wizard acima no host destino, mas sem os arquivos e sem ativar a réplica:

Imagem1

Escolha a localização criada pelo wizard e aguarde a importação:

Imagem3

Completado este item no servidor destino o status estará Warning e no servidor de origem Normal indicando que está ok.

Imagem4

O próximo passo é clicar no servidor de origem na VM e usar a opção Resume Replica para que ele inicie a cópia de sincronização.

Uma dica importante é que o Hyper-V Replica funciona criando um snapshot e enviando o arquivo de snapshot da origem para o destino, portanto não demore muito tempo para fazer a sincronização inicial pois poderá ter problemas de espaço e performance por conta do uso de um disco diferencial do snapshot.

Nos próximos posts iremos abordar melhores configurações e como montar um ambiente de Hyper-V Replica.

Posted: jan 18 2014, 11:39 by msincic | Comentários (3) RSS comment feed |
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Microsoft Assessment and Toolkit 9.0 (MAP) Lançado

Ontem foi liberado para download o MAP 9.

O MAP é uma ferramenta essencial para avaliação de migração de Windows cliente, Windows Server, Windows Azure, consolidação de banco de dados, consolidação de servidores, virtualização, licenciamento e workload.

Segue o descritivo das novas funcionalidades:

New Server and Cloud Enrollment scenario helps to simplify adoption

Server and Cloud Enrollment (SCE) is a new offering under the Microsoft Enterprise Agreement that enables subscribers to standardize broadly on one or more Microsoft Server and Cloud technologies. The MAP Toolkit 9.0 features an assessment scenario to identify and inventory SCE supported products within an enterprise and help streamline enrollment.

New Remote Desktop Services Licensing Usage Tracking scenario creates a single view for enterprise wide licensing

With an increase in enterprises deploying Remote Desktop Services (RDS) across wider channels, RDS license management has become a focus point for organizations. With the new RDS Licensing scenario, the MAP Toolkit rolls up license information enterprise-wide into a single report, providing a simple alternative for assessing your RDS licensing position.

Support for software inventory via Software ID tags now available

As part of the Microsoft effort to support ISO 19770-2, the MAP Toolkit now supports inventory of Microsoft products by Software ID (SWID) tag. SWID enhanced reports will provide greater accuracy and assist large, complex environments to better manage their software compliance efforts by simplifying the software identification process and lowering the cost of managing software assets.

Improved Usage Tracking data collection for SQL Server Usage Tracking scenarios

As part of our ongoing improvement initiatives, Usage Tracking for SQL Server 2012 has been enhanced to use User Access Logging (UAL). UAL is a standard protocol in Windows Server 2012 that collects User Access information in near real time and stores the information in a local database, eliminating the need for log parsing to perform Usage Tracking assessments. UAL vastly improves the speed and helps to eliminate long lead times for environment preparation associated with running Usage Tracking assessments.

Download the MAP Toolkit 9.0 now!

Posted: dez 17 2013, 16:48 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Marcelo de Moraes Sincic | All posts tagged 'hyper-v'
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Gartner libera novo quadrante de Hypervisors x86

O Gartner liberou no meio do mês passado o novo quadrante de hypervisors x86.
Em relação ao quadrante anterior se destaca o distanciamento entre o VMWare e Hyper-V em relação aos outros produtos
 
No caso da suíte Microsoft o Gartner destaca a integração do System Center com o Hyper-V e Azure para nuvens híbridas, alem de reconhecer que o System Center tem funcionalidades superiores em relação a gerenciamento do ambiente de TI como um todo.
 

Hypervisors Jul-2015

Deduplicação do Windows Server 2012 R2 com Hyper-V

Ontem em um cliente usei o meu servidor para as Demos de System Center e ele se interessou quando disse que utilizava o recurso Deduplication (ou Dedup) do Windows Server 2012 R2. Consequentemente, a reunião migrou do System Center para otimização de discos com o Hyper-V.

Afinal de contas, o ganho com Dedup em VHDs é impressionante, chegando no meu caso a quase 80% de espaço adicional:

image

Importante: Primeiro ponto nessa conversa é deixar claro que a Microsoft não suporta Dedup para Hyper-V em hosts de Hyper-V para VMs em produção. O motivo é explicado no TechNet http://technet.microsoft.com/en-us/library/hh831700.aspx, e basicamente é porque Dedup em ambiente onde os arquivos estão abertos pode gerar diversos erros:

“Deduplication of open files has not been fully validated for general virtualization or other applications, and additional issues may be encountered.”

Porem, surgem sempre duas perguntas neste caso:

Pergunta 1: Mas o Dedup do Windows 2012 R2 pelo PowerShell tem o modo “Files” e o modo “Hyper-V”, como não é suportado?

Resposta: Para Hyper-V só é suportado para ambiente VDI, onde as maquinas são de usuário com SO cliente. Como em geral ambientes de VDI utilizam o modo de pool e uma única VM é duplicada a cada nova seção, se 100 usuário estão online teríamos 100 VHDs sendo criados dinamicamente com dados duplicados.
Neste caso fica evidente que o uso do Dedup será suportado, uma vez que os VHDs são dinamicos e não estão o tempo todo em uso. Alem disso em geral são utilizados discos diferenciais, mantendo o disco parent imutável.

Pergunta 2: Se não é suportado, porque eu estou usando?  ;-)

Resposta: Não é suportado, mas no meu caso não é ambiente de produção e utilizo Dedup manual:

image

Não mantenho meu servidor 24 horas por dia ligado, então quando todas as VMs estão paradas, normalmente faço isso semanalmente, inicio o Job do Dedup com o comando:

Start-DedupJob -Type Optimization -Volume X:

Depois basta monitorar se o Job já terminou com Get-DedupJob:

Capturar2

Assim, meus arquivos VHD não correm o risco de serem manipulados enquanto estão em uso e garanto que periodicamente está sendo atualizado o Dedup.

Porem, é sempre bom lembrar que para não ter problemas o ideal é ter um disco ou volume separado para os VHDs, pois na configuração do Dedup este volume estará configurado como VDI (ou Hyper-V no PowerShell):

image

Posted: jan 09 2015, 18:20 by msincic | Comentários (3) RSS comment feed |
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Utilizando o MBCA para Analisar Serviços e Servidores

A Microsoft disponibiliza diversas ferramentas de análise da implementação de um produto. Alguns são nativos e outros opcionais:

Produto Disponibilidade Download e Instalação
Microsoft Baseline Configuration Analyser (MBCA) Extensivel, forma a base para análise de diversos produtos como SQL Server 2012, System Center 2012, Dynamics e outros

MBCA - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=16475
SQL 2012 - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=29302
Dynamics AX 2012 - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=28749
SC 2012 - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=36796
Prereq RSAT W8 - http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=28972

Microsoft Baseline Security Analyser Ferramenta que analise a segurança do Windows, até o Windows 2008 R2.
Foi descontinuada após o Windows Server 2012
http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=7558
Best Practices Analyser São ferramentas nativas do Windows 2008 R2 e Windows 2012 Podem ser instalados pelo Server Manager http://technet.microsoft.com/en-us/library/dd759260.aspx
Failover Cluster Validation Nativo da feature Failover Cluster Executado pelo MMC do Failover Cluster

Vários artigos abordam o uso do BPA e do validador do Cluster são nativos e o MBSA foi descontinuado para o Windows Server 2012, então neste artigo trataremos apenas do MBCA e seu uso exemplo com o System Center 2012.

Instalação do MBCA e Pacotes

A instalação deste produto é muito simples, bastando executar o instalador.

Após instalar o MBCA passamos a instalar as ferramentas, ou pacotes de análise, permitindo que ao abrir o MBCA vejamos uma lista dos pacotes de análise disponiveis:

08-04-2013 10-20-45

Executando o System Center 2012 Configuration Analyzer

Note que ao abrir o menu não terá uma opção para o SCCA, uma vez que ele é um plugin do MBCA, como pode ser visto abaixo:

28-02-2013-09-40-41_thumb3

O passo seguinte é selecionar os computadores que serão validados. Porem, para validar alguns servidores remotos pode ser necessário fazer o registro de segurança com Setspn. Se você não sabe como utilizar, pode usar as instruções do próprio SCCA, como mostrado nos tópicos a frente:

28-02-2013-09-40-51_thumb3

Os resultados são mostrados em duas abas, sendo possivel ver um resumo ou detalhamento dos dados analisados. No exemplo abaixo executei em um SCSM 2012 SP1 e o resultado inicial é que não há pendencias e permitindo exportar o relatório que pode ser revisado posteriormente depois de salvo com a opção “Open Report” no primeiro pront.

28-02-2013-09-42-38_thumb3

28-02-2013-09-43-08_thumb1

Utilizando a opção Collected Data é possivel ver os dados utilizados pelo SCCA para validar o SCSM:

28-02-2013-09-42-49_thumb2

Servidores Remotos

Instalar o MBCA e o SCCA em um único servidor é útil para evitar a instalação em uma farm de servidores ou mesmo para maquinas com acesso limitado. Porem, em alguns casos nao é possivel executar o SCCA remotamente tendo como resultado a mensagem abaixo:

28-02-2013-10-13-44_thumb1

A função Credssp permite que o servidor onde o SCCA está instalado tenha acesso ao servidor que está sendo analisado, sendo simples de ser executado e necessário para análises remotas.

 

image

Para mais informações sobre o Windows Server 2012, acesse: http://clk.atdmt.com/MBL/go/425205719/direct/01/

Windows Server 2012: NIC Team (Time de Placas)

O NIC Team é um recurso já existente hoje para servidores com placas Broadcom por meio do software BACS (http://bit.ly/N8B8Ql) e Intel pelo software PROSET (http://intel.ly/N6JqId, selecione o modelo da placa) mas com algumas restrições, por exemplo, as placas tem que ser do mesmo fabricante e de preferência do mesmo modelo.

A grande vantagem do NIC Team é a possibilidade de agrupar placas de rede para trabalharem como uma única interface de rede, como mostrado abaixo no BACS. Note que duas placas de rede de 1 GB foram agrupadas para criar uma única interface (“Rede”) que no Windows será detectado como uma interface de 2 GB:

clip_image001

Alem disso, uma prática comum é criar o time e colocar os cabos de rede em switches alternados, assim quando um switch não estiver funcionando ou fornecendo conexão a comunicação do servidor não terá perda de pacotes. Ou seja, estaríamos criando uma redundância para conexão a rede no servidor.

 

A Novidade

O que foi acrescentado no Windows 2012 é o recurso de time de placas diretamente pelo sistema operacional, o que permitirá trabalhar com placas de múltiplos fabricantes, modelos e velocidades como uma única interface lógica para o Windows.

Uma importante observação é que não é necessário usar Hyper-V ou outro software para utilizar e tirar proveito de times de placas, por exemplo, um banco de dados ou um servidor de arquivos tiraria grande proveito deste recurso.

 

Configurando NIC Team

Para configurar um time de placas de rede, vá ao Server Manager e ao clicar no servidor terá a opção Configure NIC Team como mostrado na imagem abaixo:

clip_image002

Na sequencia podemos ver as placas de rede, times já existentes e nas tarefas a opção de criar novos times:

clip_image003

A criação de um time é simples, bastando indicar as placas e o modo de comunicação. Porem, é importante conhecer configurações do switch desejado, pois ele deve ser configurado para LACP (agregação) ou Trunking para “entender” que duas placas do servidor estarão em portas diferentes com o mesmo endereço MAC e endereçamento IP.

Caso esteja utilizando um switch que não tem gerenciamento para criação da agregação (LACP) ou o trunking, escolha o modo “Switch Independent” onde não é necessário fazer configurações especificas no switch core de sua rede. Neste caso o Windows irá direcionar o fluxo a uma das placas e automaticamente fará a troca de placas quando a principal estiver indisponível.

Para isso escolha o modo apropriado na tela abaixo após configurar os switches:

image

Um documento detalhado de planejamento e configuração está disponível pela Microsoft em http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=30160 e o ajudará muito a entender melhor e utilizar este recurso apropriadamente.

 

Utilizando o NIC Team no Hyper-V

Para utilizar o NIC Team no Hyper-V basta escolher a placa “Microsoft Network Adapter Multiplexor Driver”:

image

Referencias:

Windows 2012 – NIC Team
http://technet.microsoft.com/en-us/library/hh831648

 

 

image

Para mais informações sobre o Windows Server 2012, acesse: http://clk.atdmt.com/MBL/go/425205719/direct/01/

Posted: jan 20 2013, 11:42 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Hardware | Windows 2012

Windows Server 2012: Novidades do Failover Cluster Services (MSCS)

Novidades do Microsoft Cluster Services (MSCS)

Muitas funcionalidades são de gerenciamento e configuração, mas algumas se destacam:

  • Live Migration com multiplicas placas de rede – Hoje designamos uma placa para dar suporte ao Live Migration e somos limitados a uma VM por vez. O Windows 2012 utilizará todas as placas que estejam disponiveis para o processo, o que permitirá maior desempenho e multiplas operações. O processo será alterado de uma placa dedicada como é hoje para utilizar a banda livre em toda as placas.
  • Priorização e Afinidade de VMs – Estes eram dois tópicos delicados quando vendíamos soluções MSCS, pois não temos como indicar a sequencia com que as VMs deverão iniciar e, muito menos, a dependência entre elas. Isso causava problemas com aplicações como SharePoint, System Center ou IIS que dependiam do SQL Server estar iniciado para funcionarem. Como não podíamos indicar esta ordem os servidores IIS subiam antes do SQL, causando queda ou instabilidade nos serviços.
  • Novos limites de 64 nós e até 8000 VMs Hoje o limite é 16 nós de cluster com até 1000 VMs ou 384 por host. Com o novo limite de 64 nós, aumentou correspondentemente para 8000 VMs. Um aumento de 4 e 8 vezes respectivamente no número de host e VMs suportadas.
  • Transferência de File Server transparente – Este é um dos itens muito importantes que para muitos passava despercebido em projetos e que na administração do dia-a-dia se davam conta. Quando se move um share de um File Server virtual de um nó para outro o SMB (protocolo de comunicação) derrubava a sessão e o usuário recebia uma mensagem de erro de I/O. No SMB 3.0 no Windows 2012 será possivel fazer a migração sem a perda da sessão, resolvendo este problema. Adicionalmente isso também acontecerá se o File Server foi movido para um site remoto, porém neste caso entra o Hyper-V Replica que já é outro recurso novo no Hyper-V e não do MSCS.

Configurando o Failover Clustering no Windows 2012

Como qualquer nova funcionalidade desejada no Windows 2012, iniciamos por instalar e habilitar as features desejadas pelo Server Manager. Para isso utilizamos o menu Manage à Add Roles and Features e selecionamos a Failover Clustering, que automaticamente irá incluir as ferramentas de gerenciamento e outros itens que sejam necessários para o funcionamento, sendo possível escolher ou não a instalação, por exemplo, se for remoto não precisaremos do console local:

image

O passo seguinte é definir o nome e o IP que o cluster utilizará, uma vez que o acesso dos clientes não será pelo nome e IP dos servidores e sim pelo nome e IP configurado posteriormente. Neste exemplo foi escolhido o nome MSCS-Lab e o IP 192.168.0.230 que manualmente foram acrescentados ao DNS:

Já na console do Cluster utilizamos a opção Create Cluster... para iniciar o assistente do cluster. Note que no menu lateral acima da opção de criação temos a opção Validate Configuration que funciona como um BPA (Best Practices Analyzer) e é recomendado que se execute primeiro.

image

Voltando ao assistente, o primeiro passo é selecionar quais servidores estarão no grupo:

image

O passo seguinte é indicar o nome e o IP criados para esta finalidade:

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Ao finalizar temos uma importante opção antes de simplesmente clicar no Next que é indicar se discos de storage serão automaticamente acrescentados no cluster. Isso é interessante para evitar que após a configuração do cluster seja necessário incluir os discos, mas deve ser usado com cuidado caso existam LUNs no storage dedicada a discos de acesso direto (Pass-Throught):

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Na sequencia são definidos os serviços que estarão contemplados pela alta disponibilidade, como maquinas virtuais, DHCP, DNS, etc. Cada serviço tem um assistente próprio e configurações próprias, portanto não teríamos como abordar cada um neste momento. Alguns dos recursos disponíveis pode ser visto a imagem logo abaixo (tópico Hyper-V Replica Broker).

Hyper-V Replica Broker

Um dos novos recursos do Hyper-V 3.0 é a réplica de VMs que permite criarmos ambientes de alta disponibilidade com Datacenters remotos. Porem, este mesmo recurso pode ser configurado pelo Failover Cluster, habilitando o recurso de alta disponibilidade em Datacenter remoto automaticamente, diferente do Hyper-V que apenas faz a réplica exigindo a inicialização da VM remota em caso da parada do Datacenter principal.

Este recurso é criado por meio do assistente de papeis (New Role...) como a imagem abaixo:

image

Após acrescentar o serviço, será habilitado um novo nome e IP virtual específico para este cluster trabalhar as réplicas:

image

Após adicionar este serviço, acesse as máquinas virtuais e com o botão direito será possível ver a opção Replication à Enable Replication e seguir o assistente mostrado no artigo de Hyper-V, indicando o nome do servidor habilitado para réplica, seja ele um cluster ou standalone.

Para maiores detalhes sobre Hyper-V Replica Broker consulte o link abaixo onde poderá entender porque é necessário para os casos de cluster criar um novo nome e IP virtual: http://blogs.technet.com/b/virtualization/archive/2012/03/27/why-is-the-quot-hyper-v-replica-broker-quot-required.aspx

Trabalhando com VMs no Failover Cluster

Para que uma maquina virtual esteja sendo protegida e controlada pelo Cluster ela precisa ser criada nele e não pelo Hyper-V Manager (é possível mover pelo System Center Virtual Machine Manager ou VMM) e para isso utilize o menu lateral Create Role como no caso mostrado no tópico anterior para acrescentar o Replica Broker ou a opção Virtual Machines à New Virtual Machine.

Na sequencia irá ter acesso a criação de uma VM normalmente como acontece com o Hyper-V, e após a criação está irá aparecer na lista de Roles do Cluster.

Alguns recursos interessantes já existentes no Windows 2008 R2 continuam a funcionar, como Live Migration e Quick Migration, onde o Live migra as maquinas em funcionamento e o Quick ao fazer um Save State. Algumas mudanças ocorrem nesta nova versão, pois é possível agora fazer a migração entre máquinas que não estejam em um cluster, mas não é o tópico em questão.

Storage File Share

Um recurso interessante é poder agora armazenar maquinas virtuais em um cluster utilizando um File Share, ou seja, utilizar um terceiro servidor como Storage ao invés de um storage físico. Para utilizar este recurso acesse uma das VMs e utilize a opção Virtual Machine Storage:

image

Na sequencia define o File Share onde deseja que a VM fique hospedada:

image

Este recurso é excelente por permitir que utilizemos clusters de alta disponibilidade sem ter um storage físico dedicado.

Prioridades

Outro interessante recurso do Failover Cluster do Windows 2012 é indicar a prioridade de cada VM, assim garantindo que um servidor de banco de dados inicialize antes de um servidor com SharePoint ou IIS estejam solicitando a este os dados para funcionamento.

Este é um recurso importante para impedir os problemas comuns que temos quando utilizamos várias VMs, uma para cada função, sendo elas dependentes entre si. Para configurar este recurso utilize as propriedades da maquina virtual:

image

No exemplo citado, o servidor de banco de dados estaria com prioridade Alta, o servidor com IIS ou SharePoint com prioridade média ou mesmo baixa dependendo do tempo total de inicialização do banco de dados.

Importante: Não existe um relacionamento entre as VMs, portanto todas que estiverem selecionadas como High serão iniciadas, depois as Medium e por ultimo as Low.

Referencias:

Windows 2012 – Failover Clustering
http://technet.microsoft.com/en-us/library/hh831579

 

image Para mais informações sobre o Windows Server 2012, acesse: http://clk.atdmt.com/MBL/go/425205719/direct/01/

Posted: jan 17 2013, 09:40 by msincic | Comentários (1) RSS comment feed |
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Filed under: Windows 2012
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