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Integrando Updates de Fabricantes com o System Center Configuration Manager (Endpoint Protection Server)

Uma das necessidades que muitos administradores de TI tem é fazer o update de forma centralizada.

Isso se deve a ter um unico ponto de contato, evitar instalar mais softwares de fabricantes, principalmente para drivers de clients e servers com vários fabricantes.

Já bem estruturado e desde a versão 2012, o SCCM tem a capacidade que se chama SCUP (System Center Update Service) para isso.

Utilizando o SCUP

É bem simples de ser usado, vá ao site do fabricante que pode ser de HW ou SW e consiga a URL com o arquivo cab de atualizações. Dentro desse arquivo irá ter as definições em XML dos updates e requisitos. Por exemplo ele contem os updates com a lista de servidores e maquinas compativeis, ou requisitos de software para updates como Adobe e Autodesk.

Depois que tiver a URL vá em Software Library –> Software Updates –> Third-Party Software Updates e inclua o catálogo como a imagem abaixo:

Anotação 2019-12-30 180714-2

Anotação 2019-12-30 180714-3

Dai em diante basta aguardar que ele finalize o processo de sincronização e utilizar o botão Subscribe to Catalog para iniciar os updates:

Anotação 2019-12-30 180714-4

Eles irão aparecer junto com os updates de Windows para serem aprovados, com uma classe a parte para se criar as regras automaticas de Deploy.

Posted: mar 08 2020, 22:57 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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System Center 2019 e Windows Server 2019 – Upgrade in place II

Com o lançamento oficial do System Center 2019 semana passada agora já podemos testar a migração da versão final.

https://cloudblogs.microsoft.com/windowsserver/2019/03/07/coming-soon-microsoft-system-center-2019?wt.mc_id=4029139

Nova Politica de Versões

Na nova politica de versões do System Center, não haverá os canais Semi-Anuais como Windows.

Ou seja, você terá a versão 2019 por aproximadamente 3 anos com os updates que em geral ocorrem 3 vezes por ano.

Isso significa que diferente das primeiras versões que foram o 1801 e 1807, daqui em diante não teremos mais esse mesmo tipo de nomenclatura retornando ao antigo modelo de versões com updates (2019 UR 99).

Importante: System Center Configuration Manager continua com o canal Semi-Anual

https://docs.microsoft.com/en-us/system-center/ltsc-and-sac-overview?wt.mc_id=4029139

Executando o Upgrade

No mesmo documento acima, vemos o suporte para upgrade in-place que é garantido até as ultimas 2 versões.

Isso significa que os usuários das versões 2012 R2 precisarão primeiro fazer o upgrade para a 1801 e depois para o SC 2019.

Importante: System Center Configuration Manager terá as regras de update diferentes, dependendo do canal escolhido

Assim como o upgrade da versão 2016 para a 1801 foi tranquila e já demonstrei aqui http://www.marcelosincic.com.br/post/System-Center-2019-e-Windows-Server-2019-Upgrade-in-place.aspx, a migração do 2019 tambem foi bem satisfatória.

Todos eles precisamos apenas confirmar a instalação, apenas com excessão do SCOM e VMM que é necessário o upgrade de agentes.

O DPM não executei o upgrade pois atualmente utilizo o Microsoft Azure Backup que é um subset especializado para backup no Azure.

System Center Operations Manager (SCOM)

SCOM (2)

SCOM (3)

No caso do SCOM uma mudança é agora poder ativar pela interface no “About”, antes era necessário fazer pelo PowerShell com o comando Set-SCOMLicense.

SCOM (1)

Lembrando que no caso do SCOM é necessário autorizar o upgrade do agente para todos os servidores logo após a instalação. Caso não o faça continuará havendo comunicação, mas ele irá criar alertas constantes de aviso e novos recursos podem ocasionar falha nos agentes.

System Center Service Manager (SCSM) e System Center Orchestrator (SCO)

Literalmente nada precisou ser feito ou alterado e o mesmo aconteceu com o Orchestrator.

Service Manager (1)

Service Manager (2)

System Center Virtual Machine Manager (SCVMM ou VMM)

O VMM já exigiu um pouco mais de trabalho, pois é necessário rever as contas no “Run-AS” que agora limita contas locais e reinstalar os agentes.

No meu caso, fiz o exercicio de desinstalar para validar se apenas utilizando o banco de dados retornaria e funcionou!

VMM (1)

VMM (2)

VMM (3)

VMM (4)

System Center 2019 e Windows Server 2019 – Upgrade in place

Como conhecido, o System Center saiu em sua nova versão, agora seguindo o mesmo conceito de Branch (Current Branch) do Windows. De agora em diante veremos as versões seguindo o numero que indica a edição:

image

A versão 2019 da suite não teve alterações em layouts ou funcionalidades principais, mas acrescenta diversos recursos novos.

Atualmente temos disponivel a nova versão 1801, que se aproxima muito do que será a versão 2019 que terá como build 1901 com data de lançamento previsto em Março.

Estes recursos podem ser visualizados no link: https://thesystemcenterblog.com/2018/09/25/whats-new-in-system-center-2019/

Upgrade do System Center Configuration Manager

O SCCM já desde a versão 2016 tem o upgrade como uma funcionalidade nativa e automática. Sempre foi muito estável e fácil de ser realizada, ficando disponivel em Administration –> Updates and Services:

Upgrade SC (10)

Após iniciado, pode-se ir pelo menu da barra superior e acompanhar toda a instalação passo a passo:

Upgrade SC (1)

Lembrando que não é possivel interagir com o upgrade após iniciado, mas em caso de se escolher deixar as features desabilitadas no menu mostrado na primeira imagem, escolha a opção Features para incluir uma das novas.

Pessoalmente sempre prefiro fazer a instalação dos upgrades sem selecionar features e depois incluir as que desejo, assim posso estudar o impacto e real necessidade de mais componentes sendo executados no servidor.

Upgrade do System Center Service Manager

Tambem simples de ser realizado, insira a midia do SCSM e ele já entrará no modo de upgrade onde você irá selecionar qual dos servidores locais está sendo atualizado. Lembrando que é importante saber a estrutura para escolher a função correta do servidor que está sendo atualizado, no meu caso o Management Server:

Upgrade SC (2)

Upgrade SC (6)

A atualização é bem tranquila, e ao final já está executando. O novo portal de auto-serviço agora oferece a experiencia HTML5 sem necessidade de componentes adicionais:

Upgrade SC (9)

Upgrade do System Center Operations Manager

A Microsoft realmente aprendeu a fazer upgrades de versão com o System Center transparentes, rapidas e eficientes. O mesmo vale para o SCOM.

Similar ao SCSM, basta incluir a midia e executar o modo de upgrade:

Upgrade SC (3)

Upgrade SC (8)

A mensagem de Warning na tela acima existe desde as versões anteriores. Como os instaladores do System Center não pedem chave, em alguns é necessário fazer a inserção da chave posteriormente.

Para inserir a chave, execute o PowerShell do SCOM e utilize o comando, lembrando que agora a chave de instalação do System Center é a mesma para toda a suite desde a versão 2012:

Set-SCOMLicense -ProductId 'xxxxx’

Upgrade do System Center Orchestrator e Virtual Machine Manager

Para fazer o upgrade do SCO tive que primeiro desinstalar o servidor. O motivo no meu caso foi a instalação de um update no meio do ano que era beta e com isso o upgrade automático não é possivel.

Nesses casos, faça a desinstalação do servidor com a opção Retain Database ativada, mesmo sendo a do SCVMM a do Orchestrator é similar:

Upgrade SC (7)

Depois de desinstalar a versão anterior, ou mesmo para um refresh, refaça a instalação com a opção de utilizar um banco de dados já existente:

Upgrade SC (4)

Upgrade SC (5)

Upgrade SC (12)

Com isso a instalação tanto do System Center Orchestrator quanto do Virtual Machine Manager finaliza com os mesmos dados existentes.

Em muitos casos, o Orchestrator e o Virtual Machine Manager para no meio da instalação com um erro genérico de banco de dados, com a mensagem: “DBSetup.exe fails with unknown error 0x800A0E7A”

Se isso acontecer no seu caso, baixe e instale o SQL Server 2012 Native Client – QFE disponivel em https://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=50402

Upgrade do Windows Server 2019 com Serviços de System Center

Em alguns dos servidores, antes de fazer o upgrade do Windows realizei o upgrade do System Center.

Isso porque o System Center 2019 é compativel com o Windows Server 2012 R2, mas o contrário não. Isso quer dizer que é mais confiavel primeiro o upgrade dos serviços e depois do Sistema Operacional que tambem é compativel.

Upgrade SC (11)

Conclusão

O upgrade dos servidores System Center são estáveis, mas lembre-se de sempre ter um backup das bases de dados se ocorrer um problema nessas fases.

Tambem é importante lembrar das regras de ordem, em geral os Management Servers antes das outras funções.

Adquirindo e Licenciamento o Azure OMS – Operations Management Suite

Apresentamos muitas vezes ao cliente esta solução, que executada no Azure traz beneficios muito grandes para que é administrador de TI.

Já foi muito falado do OMS, originalmente chamado de System Center Advisor, depois de Log Insights (http://www.marcelosincic.com.br/post/Utilizando-o-Azure-Log-Analytics-(OMS)-e-o-SCOM-na-Mesma-Maquina.aspx e http://www.marcelosincic.com.br/post/System-Center-Advisor-Previewe28093Novidades.aspx)

Gosto muito de demonstrar as soluções de Health Check (Active Directory e SQL) e Change Log:

image

Mas muitos não entendem como é o licenciamento para se adquirir essa solução.

Quais são as possibilidades de adquirir?

Primeiro é bom lembrar os níveis básicos que um espaço de gerenciamento (como são chamados as “tenants”) podem ser:

image image
  • Free – Útil para testes pois não limita a apenas alguns dos pacotes de soluções, mas a coleta é limitada a 512kb por dia de logs e retenção de apenas 7 dias
  • Standalone – Permite coletar sem restrição de tamanho e retenção de 30 dias (pode ser customizado), não tem preço por servidor/nó e sim por storage consumido. Porem, não permite utilizar todos os pacotes de soluções, que precisam ser adquiridos em pacotes E1 ou E2
  • Standard e Premium – Permite coletar sem restrição, retenção de 365 dias e permite utilização de pacotes de soluções, dependendo do nivel escolhido
  • OMS – Este é o bundle E1 ou E2 que pode ser adquirido conforme a necessidade de pacotes, com preço por nós gerenciados e que inclui licenciamento do System Center e outros serviços

Qual dos modelos vale a pena?

Se a sua intenção é utilizar os contadores e soluções como Healthy Check e algumas analises, pode optar pelo plano Standalone onde poderá usar diversas soluções pagando apenas o tanto de log que armazenar.

Porem com o Standalone não é possivel evoluir para outras soluções, como análise de tráfego de rede e mapeamento de soluções.

Por conta dessa limitação, o ideal é ter os bundles de OMS onde poderá escolher as soluções e ainda incluir uma série de serviços e consumo já embutido, alem de todo o licenciamento System Center.

OMS pacotes E1 e E2

Sem dúvida é a melhor opção para empresas, onde você adquire serviços e pacotes com o System Center incluso (ou via add-on se já tiver) e pode utilizar outros serviços já incluidos no preço.

https://www.microsoft.com/en-us/cloud-platform/operations-management-suite-pricing

image

Como vemos na imagem acima, os bundles são compostos de pacotes de gerenciamento (imagem abaixo), serviços como Backup e Site Recovery e o licenciamento de System Center.

Isso é bem interessante quando comparamos os custos de cada um dos serviços e o que eles já incluem:

image

image

Basta comparar o custo de cada pacote de gerenciamento com o valor do E1 e E2 para notar que não vale a pena aquisição Standalone/Standard/Premium, apenas o custo do pacote de Protection/Recovery já é praticamente o valor do bundle E2.

E se eu já tenho o licenciamento de System Center ou o Windows CIS (Cloud Infrastructure Suite)?

Neste caso não precisará pagar duas vezes o System Center, pois como o E1 e E2 já incluem pode adquirir por add-on, ou seja acrescer ao pacote que já possui podendo optar por continuar renovando o licenciamento do CIS/System Center ou convertendo para OMS:

image

Pessoalmente acho bom para este caso continuar com o licenciamento do System Center/CIS, pois posso utilizar alguns nós com OMS e outros não dependendo do modelo de monitoração que desejo adotar.

Como posso estimar e comparar e decidir estes custos?

A Microsoft possui uma calculadora onde você seleciona os serviços e recebe a comparação entre os bundles OMS E1 e E2 ou aquisições standalone: http://oms-calculator-webapp.azurewebsites.net/home

image

System Center Configuration Manager (SCCM)–Atualização 1706

Liberado a duas semana, a nova atualização tem muitos novos recursos: http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=854075

Alguns são importantes pois resolvem problemas e demandas anteriores mas os novos recursos tambem são de interesse:

  • Suporte ao SQL Server Always ON (apenas no modo assincrono neste release)
  • Integração com Azure AD para autenticação que permite instalar o agente para quem não é usuário em rede local
  • Aprimoramento da integração com Intune tanto para Windows 10 quanto dispositivos móveis (iOS, Android)
  • Capacidade de importar scripts (!!!) https://docs.microsoft.com/pt-br/sccm/apps/deploy-use/create-deploy-scripts
  • Suporte ao novo Windows Update for Business 1703
  • Integração com o Operations Manager Suite (OMS)

Capture

Posted: set 11 2017, 14:56 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Instancia Reservada no Azure–Mudanças Importantes

A algum tempo que já temos disponivel o recurso de comprar antecipadamente uma instância de maquina virtual, chamado de Reserved Instance.

Basicamente o processo se mantem (http://www.marcelosincic.com.br/post/Reducao-de-Custos-com-Azure-Reserved-Instance.aspx) mas temos algumas novidades e alertas:

  1. Alteração do tipo de VM
  2. Outros recursos que podem ser reservados
  3. Mudança na forma de cobrança
  4. O que não está incluido em uma reserva

Possibilidade de Alteração da Instância (perfil de VM)

Essa mudança é importante, pois na primeira versão (link acima) não era possivel mudar o tipo de VM.

O processo para mudar era pedir o reembolso da instância já paga (lembrar que existia um penalty) e refazer com outro tipo de VM da mesma familia, como por exemplo de D2 para D4.

Para isso basta utilizar o botão Exchange em uma reserva e será possivel escolher o novo tipo de VM como abaixo sem o penalty dos aproximadamente 12% do cancelamento.

image

Porem, obviamente que o custo de uma D2 é diferente de uma D4 e para isso temos uma tabela que pode ser usada no calculo para saber o valor da diferença que será pago quando trocar entre os tipos de VM em https://docs.microsoft.com/en-us/azure/virtual-machines/windows/reserved-vm-instance-size-flexibility?wt.mc_id=4029139 

Outros Tipos de Recursos Alem das VMs

Na versão inicial as RIs eram apenas VMs, mas agora é possivel fazer com diversos tipos de serviços. Atualmente segue a lista dos que são suportados:  

  • Reserved Virtual Machine Instance
  • Azure Cosmos DB reserved capacity
  • SQL Database reserved vCore
  • SQL Data Warehouse
  • App Service stamp fee

Essa lista é alterada conforme novos recursos podem ser agregados e está disponivel em https://docs.microsoft.com/en-us/azure/billing/billing-save-compute-costs-reservations?wt.mc_id=4029139

Importante: Veja o tópico abaixo sobre o que é incluido ou não no RI.

Forma de Pagamento Mensal

Até 8/Setembro/19 só era possivel o pagamento antecipado a partir de créditos do Enterprise Agreeement ou pagamento em cartão de crédito.

Agora é possivel o pagamento mensal, ou seja todos os meses irá consumir o valor com desconto igual ao anual como se fosse uma subscrição mensal e não anual. O melhor para entender é que o compromisso continua anual, mas pago mensal ao invés de upfront.

As outras regras continuam as mesmas, penalty em caso de cancelamento, mudança do tipo de VM ou serviço, etc.

Para os que já tem reservas será necessário aguardar o prazo da compra, uma vez que foi pago antecipado e por isso haveria a cobrança da taxa de cancelamento.

https://docs.microsoft.com/en-us/azure/billing/billing-monthly-payments-reservations?wt.mc_id=4029139

Importante: O pagamento mensal não mudou a forma de reserva ser anual, ou seja haverá o penalty em caso de cancelamento.

Recursos Cobrados em Separado

Uma confusão muito comum nos clientes que compraram RIs é o fato de continuar havendo outras cobranças para as VMs e recursos aparecendo em seus extratos.

O que precisa estar claro é que reservas se referem apenas aos recursos computacionais e não os recursos agregados como licenças, armazenamento e trafego de rede.

Por exemplo, no tipo de reserva para VMs que são as mais comum:

  • Incluido no RI: CPU, memória e alocação
  • Não incluido no RI: Armazenamento (storage), tráfego de rede (network) e licenciamento do SO se não foi utilizado o AHUB

O motivo é que estes recursos não incluidos fazem parte da subscrição e são compartilhados ou opcionais (como é o caso da licença do Windows ou SQL) e não haveria como limitar ao uso apenas daquelas reservas especificas, alem de serem voláteis diferente do tipo de uma VM por exemplo.

Conclusão

Com os novos recursos que podem ser reservados, flexibilidade na alteração, a nova forma de cobrança e o entendimento correto pode-se gerar uma economia substancial para aqueles que migraram serviços.

Posted: set 10 2019, 17:36 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Controlando Gastos no Azure com Cloudyn

Muito foi falado da compra da Cloudyn pela Microsoft e como isso seria integrado no gerenciamento de custos do Azure.

A verdade é que antes do Cloudyn o Azure possuia poucas ferramentas boas para gerenciar custos, que envolvam:

  • Detalhamento dos custos me periodos pré-definididos (dia, semana, mes, ano, etc)
  • Comparativo entre custos e budget planejado
  • Maiores custos
  • Objetos “orfãos” ou expirados
  • Outros…

Era possivel usar o Power BI mas exigia um conhecimento bem profundo da camada de dados que o Azure exportava, deixando a maioria dos clientes sem um bom suporte.

Pensando nisso, ao comprar o Cloudyn a Microsoft disponibilizou a ferramenta de forma gratuita (algumas features adicionais são pagas) que cumpre estas tarefas e com vários reports adicionais e práticos.

Instalando e Configurando o Cloudyn

A instalação nada mais é do que uma aplicação que existe no Marketplace do Azure, com o nome de Cost Management, mas se procurar como Cloudyn tambem irá aparecer:

capture20180306180552915

capture20180306180627270

Insira os dados para notificação e o modelo de negócios que vc utiliza, em geral serão os dois primeiros (EA ou CSP). No caso de individual é para quem utiliza OPEN, Cartão de Crédito ou assinaturas MSDN como é o meu caso:

capture20180306180730866

Na tela seguinte irão ser solicitados dados para encontrar as assinaturas, no meu caso a oferta de MSDN e meu tenant do Azure, que pode ser encontrado no portal em Subscriptions:

capture20180306180850256

A partir dai o Cloudyn já encontra todas as subscriptions associadas ao seu usuário e vincula as assinaturas:

capture20180306181608327

capture20180306181707726

Utilizando os Reports de Budget do Cloudyn

Importante: Os dados podem demorar de 3 a 4 dias para serem populados.

Os reports são o ponto alto da ferramenta, relatórios de custos analiticos com base em budget são excelentes.

capture20180306181748042

capture20180306181949093

Para que estes relatório funcionem é importante criar o budget na opção “Projection and Budget”:

capture20180306182422406

A partir dai já é possivel extrair os reports de Projetado x Utilizado, o que é a grande dor dos clientes Azure hoje.

Detalhando o Consumo e Otimizações

O Dashboard inicial do Cloudyn é didático e informativo por sí só:

capture20180312104401184

Em Asset Controller é possivel ver um resumo do que estamos tendo de recursos e a evolução destes recursos:

capture20180312104510959Um dos recursos mais importantes é em Optimizer onde podemos ver recursos orfãos ou superalocações, que são os hints (dicas) que o Cloudyn fornece de custos.

Veja que no meu caso, possui 2 discos que não estão vinculados a nenhuma VMs, ou seja pago o storage sem utilizar:

capture20180312104525928

Discos

Já navegando pelos menus e executando os relatórios temos um muito interessante que é Cost Navigator onde podemos ver diversos periodos e detalhar os custos no periodo:

capture20180312104621971

E principalmente, como comentado no tópico anterior, comparar o meu Budget com o Realizado:

capture20180312104736182

Alguns outros relatórios que não printei aqui são interessantes:

CONCLUSÃO

Vale a pena instalar e utilizar essa ferramenta, o custo dele no seu ambiente é infimo em relação a qualidade dos dados apresentados.

Importante lembrar que em muitos casos é importante utilizar as TAGs para separar recursos em grupos, caso seja necessário.

Porem, mesmo sem as TAGs é possivel utilizar filtros nos relatórios para alguns dados mais especificos.

Posted: mar 12 2018, 20:59 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Site para Teste de Rede com Azure

Muito comum quando estamos em projetos com Azure termos o questionamento sobre os custos e recursos disponiveis fora do Brasil versus latencia.

Para equalizar este tipo de situação, podemos usar o site http://www.azurespeed.com/

image

Alem do teste de latência podemos fazer testes de download e upload, ranges de IP usados por cada datacenter e outras informações bem interessantes.

Posted: abr 14 2017, 17:29 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Utilizando o Azure Log Analytics (OMS) e o SCOM na Mesma Maquina

Para utilizar o Log Analytics, antigo Operational Insights, junto com o System Center Operations Manager é possível fazer isso pelo console do próprio SCOM.

Essa forma de integração já em Março/2014: http://www.marcelosincic.com.br/post/Integrando-o-SCOM-ao-System-Center-Advisor.aspx

Apesar de ter alterado o nome de System Center Advisor, depois para Operational Insights e agora Log Analytics, o processo de integração com o SCOM se manteve o mesmo.

Porem a uma limitação no processo de integração do SCOM, pois ele só permite uma conta de OMS/Log Analytics por organização. Em muitos casos é necessário usar mais de uma conta, por exemplo:

  • Provedores de serviço e CSC em que cada cliente tem uma conta diferente no Azure
  • Quando utilizamos múltiplas assinaturas para monitorar um mesmo ambiente físico
  • Quando uma das contas é beneficio de Visual Studio com créditos limitados e desejamos separar os servidores em contas diferentes

Nestes casos podemos utilizar os dois métodos os mesmo tempo, instalar o agente do SCOM e não vincular a uma conta do Log Analytics e fazer o processo apenas nas maquinas desejadas.

Para isso, o primeiro passo é abrir o Log Analytics e copiar o Workspace ID e o Primary Key. Veja no exemplo abaixo que já tenho meu SCOM integrado ao Log Analytics.

capture20160706181016883

O passo seguinte é ir até a maquina que deseja monitorar e abrir o agente de monitoração do SCOM (Microsoft Monitoring Agent):

capture20160706180916785

Ao abrir as configurações do agente note a aba Azure Operational Insigths (nome anterior a Log Analytics). Veja nesse print que já tenho a maquina sendo reportada ao SCOM:

capture20160706180926742

Insira os dados da sua conta do Log Analytics e pronto, agora é possível ter a monitoração com várias contas ou individual:

capture20160706180935405

Agora os meus dados de Active Directory que antes não estavam sendo populados passam a estar devidamente preenchidos e monitorados:

capture20160706180955111

Gartner libera novo quadrante de Hypervisors x86

O Gartner liberou no meio do mês passado o novo quadrante de hypervisors x86.
Em relação ao quadrante anterior se destaca o distanciamento entre o VMWare e Hyper-V em relação aos outros produtos
 
No caso da suíte Microsoft o Gartner destaca a integração do System Center com o Hyper-V e Azure para nuvens híbridas, alem de reconhecer que o System Center tem funcionalidades superiores em relação a gerenciamento do ambiente de TI como um todo.
 

Hypervisors Jul-2015

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Campanha Microsoft Certifica Você

Muito interessante participar desta campanha, que dará a oportunidade de sorteio de produtos e vouchers de exame: http://technet.microsoft.com/pt-br/dn630262

Foram selecionados 5 MVAs que permitem aprender mais do Windows 2012 e System Center, alem de instruções para utilizar os Virtual Labs da Microsoft.

Não deixe de participar!!!!

A campanha Microsoft Certifica Você, vai te dar 1 notebook, 5 licenças do Windows 8 PRO e 30 vouchers de certificação Oficial Microsoft! Para isso, é só montar o seu laboratório virtual e realizar os cursos listados abaixo!

Confira os prêmios abaixo:

  1. 1º colocado: 1 Notebook Touch-screen Asus, 1 licença do Windows 8 PRO e 1 voucher de certificação oficial Microsoft;
  2. 2º ao 5º colocado: 1 Licença do Windows 8 PRO e 1 voucher de certificação oficial Microsoft;
  3. 6º ao 30º colocado: 1 voucher de certificação oficial Microsoft.
Posted: mar 14 2014, 15:30 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Novo MVA: Automatizando Processos com System Center Orchestrator

Ontem foi publicado mais um curso sobre System Center 2012 no MVA, agora para o Orchestrator em complemento aos já produzidos sobre Patch Management e Proteção de dados (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Novos-MVAe28099s-Disponiveis-Gerenciamento-de-Infraestrutura-de-Updates-e-Protecao-de-Dados-e-Servidores-para-Nuvem-Privada.aspx)

O foco neste treinamento não foi fornecer exemplos complexos de automação, mas sim ajudar nos primeiros passos, abordando:

  • Ferramentas – Designer, Console e Deployment Manager
  • Criação e organização de Runbooks
  • Chamada e criação de variáveis
  • Passagem de parametros e dados entre atividades
  • Integração do Orchestrator com o Service Manager
  • Publicação de Runbooks no Service Manager para automação de processos
  • Configuração dos Integrations Pack no Orchestrator

Espero que gostem: www.microsoftvirtualacademy.com/training-courses/automatize-processos-com-system-center-orchestrator?mtag=MVP4029139

Na sequencia já estamos trabalhando em um MVA para automação de processos de Private Cloud com criação de VMs automáticas!

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Webcasts MVP IT ShowCast 10/12/2013

Amanhã continuamos com a programação do MVP IT Show Cast com as apresentações da track Cloud & Datacenter onde irei apresentar com o Rafael Bernardes.

A primeira sessão será sobre as opções de rede e storage para datacenters modernos:

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Increva-se pelo link: https://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032572438&Culture=pt-BR&community=0

A segunda apresentação será sobre as novas tecnologias introduzidas pelo Windows Server 2012 R2:

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Increva-se pelo link: https://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032572440&Culture=pt-BR&community=0

Novo Microsoft Virtual Academy: Visão geral do Windows 2012

Hoje foi disponibilizado mais um curso no MVA da Microsoft com a visão geral do Windows 2012 separado em 7 módulos.

Neste novo MVA tive o prazer de trabalhar novamente com o Leandro Carvalho e o Prof.Andre Luiz

Clique aqui e complete mais um curso!   http://www.microsoftvirtualacademy.com/tracks/visao-geral-do-windows-server-2012 

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Posted: dez 10 2012, 22:27 by msincic | Comentários (2) RSS comment feed |
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Novo curso no Microsoft MVA: System Center Configuration Manager 2012

Criado a algumas semanas por mim e o Josué Vidal (@josuevidall), este novo MVA (Microsoft Virtual Academy) aborda toda a infraestrutura e recursos que o SCCM 2012 possuem.

Vale a pena assistir em http://www.microsoftvirtualacademy.com/tracks/introducao-ao-system-center-configuration-manager-2012

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Posted: ago 14 2012, 23:17 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Marcelo de Moraes Sincic | setembro 2010
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Análise: Oracle e Sun-O que esperar? - Atualizado em 11/11

Nota: Desde que publiquei este post a primeira vez em 15/06/2010 vários desdobramentos ocorreram. Eu estou linkando outras fontes e destacando as atualizações.

Desde que a Sun Microsystems comprou o MySQL que comento com meus amigos e alunos que isso parecia uma manobra comercial (http://www.mysql.com/news-and-events/sun-to-acquire-mysql.html). O motivo é que a Sun já amargava prejuízo a um bom tempo e esta compra não parecia lhe trazer benefícios. Passado um ano começamos a ver a movimentação da IBM e da Microsoft para comprar a Sun, que acabou sendo vendida para a Oracle em abril/2009 (http://info.abril.com.br/noticias/negocios/oracle-compra-sun-por-us-7-4-bilhoes-20042009-5.shl).

A Oracle não é uma empresa que tem o costume de manter produtos que compra e sim agregar os colaboradores. Tanto é que produtos como PeopleSoft, BEA e JD Edwards já tiveram seus programadores desviados e os produtos estão ficando desatualizados. Sendo assim, qual impressão tenho desde este evento, e o que está se confirmando?

Oracle declarada inimiga do Open Source (11/11)

Nos ultimos dias se avolumou os problemas com a Oracle o os integrantes de programas Open Source:

Oracle começa a mostrar o que quer com a Sun

A Oracle quer ter seu próprio hardware e software. Isso pode ser notado claramente na noticia de que a Oracle deu indícios de que irá “fechar” o Open Solaris neste sábado, dia 14/8 (http://computerworld.uol.com.br/negocios/2010/08/16/oracle-vai-abandonar-o-pacote-opensolaris/) incluindo referencias a que irá proteger seus direitos autorais com as distribuições sobre o CDDL, e note o tom sugestivo do comunicado "”…não podemos permitir que concorrentes criem recursos ligados a partir de nossas inovações, antes de nossa organização.”

A frase acima é importantíssima por vários motivos. Primeiro, demonstra que a Oracle não tem a mínima intenção de evoluir produtos que são gratuitos, o que inclui o Java e o MySQL. Segundo, a Oracle não tem interesse em compartilhar com as comunidades suas inovações, já que é uma empresa voltada ao lucro.

Outros indícios disso são o fato de que a Oracle na quinta dia 12/8 processou o Google por utilizar uma variação “não autorizada” do Java no Android (http://computerworld.uol.com.br/negocios/2010/08/13/oracle-processa-google-pelo-uso-de-patentes-java-no-android/). A alegação é que o Java e suas VMs são baseadas em distribuição abertas, mas isso não dá direito a que se criem novas engines utilizando o que seria “…diretamente e repetidamente infringiu a propriedade intelectual ligada ao Java…”. Ou seja, usar o Java tudo bem, mas criar novas funções a partir do Java é visto como uma violação.

Mais uma reviravolta foi quando a biblioteca ODF que converte documentos feita em Java pela Sun passou a ser cobrada no começo do ano (http://www.guj.com.br/posts/list/204350.java), preocupando quem utilizava esta importante ferramenta.

E agora, o que podemos esperar?

Java – Seu futuro é incerto como o de Santo Cristo na voz do Legião Urbana. Dois problemas muito sérios existem:

  1. O Java não é GPL puro já que a JCP pode barrar qualquer coisa, com a intenção de impedir que fossem feitas “bagunças” nas classes e ficasse uma baderna. Ou seja, qualquer incremento pode ser visto como um “crime” pela Oracle, como está fazendo com o Google (http://forum.datasus.gov.br/viewtopic.php?f=32&t=163)
  2. A Oracle é um empresa monetizada, e até que ponto ela irá manter o Java gratuito (não é e nunca foi aberto), sendo que no momento da compra da Sun o Java foi indicado como o grande desejo da Oracle?   O próprio Goslin declarou nesta quarta (25/8) que já está pensando em formas de manter o Java vivo e que a conferencia JavaOne agora em setembro é o ponto crucial nesta discussão. Mas ele já coloca que para dar certo o movimento tem que começar com clientes da Oracle que fazem diferença monetariamente (http://computerworld.uol.com.br/negocios/2010/01/22/sob-o-controle-da-oracle-futuro-do-java-e-incerto/ e http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2010/08/25/pai-do-java-pressao-pode-fazer-com-que-oracle-mude-postura/)
  3. Atualização em 30/08: Google resolveu se ausentar do JavaOne, maior evento de Java e um dos maiores e mais respeitados eventos dos apoiadores de open source. O motivo declarado pelo Google é que o “processo contra o Google e o código aberto tornou impossível para nós compartilhar livremente nossos pensamentos sobre o futuro do Java e do open source de forma geral”. Com certeza uma afirmação “dolorosa” e expressiva (http://computerworld.uol.com.br/negocios/2010/08/27/google-cancela-presenca-no-javaone-apos-briga-com-a-oracle/)

Java para celulares – Ai reside um problemão. O MIDP e o J2ME são padrões aceitos pelo JCP, mas outros padrões utilizado em alguns celulares da Motorola, Sony Ericsson e outros são customizados como foi feito no Android. O que a Oracle vai fazer?  Se já foi brigar com o “grandão” Google vai poupar os outros?

OpenOffice – A Oracle não irá manter as atualizações tão constantes e deverá deixar grande parte do trabalho para a Novell e IBM, parceiras do projeto. E não duvido que não passe a cobrar versões mais sofisticadas, como acontece com o BROffice e recentemente com o plug-in ODF.
Atualização em 28/09: A Document Foundation se desligou e iniciou um projeto alternativo exatamente por conta da Oracle, conforme o comunicado oficial a imprensa (http://www.documentfoundation.org/contact/tdf_release.pdf), e um dos seus representantes, o famoso Richard Stallman também atribui isso aos movimento da Oracle, mesmo sem dizer o nome da empresa (http://www.documentfoundation.org/supporters/). Veja que os principais mantenedores do OpenOffice estão neste novo projeto, como FSF, Novell, Google, Red Hat, Ubuntu, Gnome e outros.

MySQL – Duvido que a Oracle irá manter um produto que compete com o que ela é de origem. Não sei o que será feito, mas o Oracle Express Edition não está ai para ser um capacho do MySQL.

OpenSolaris – Já está claro o que vai acontecer com este SO.

VirtualBox – É com dor no coração que acredito no mesmo futuro que o OpenOffice, só que mais cedo. Em pouco tempo a equipe será desmontada e o produto irá começar a definhar, a menos que decidam uma versão paga. Já penso em me preparar para outro virtualizador que faça VMs em 64 bits no Windows 7.

Quem é o maior beneficiário disto tudo?

Se alguém falasse que isso tudo está sendo feito pela Microsoft logo diriam que estariam comprando o produto só para prejudicar e depois vender o .NET, mas não é o caso.

Mesmo assim, o maior beneficiário é a Microsoft, por vários motivos. Primeiro é a incerteza do futuro do Java. Segundo que a Oracle, parceira de longa data da HP e IBM, passa a competir com estes no mercado de hardware e SO para servidores. Terceiro que do mesmo capitalismo que acusam a Microsoft a Oracle é mestre. E por fim, tantos odeiam o Larry Elisson quanto odeiam o Bill Gates.

O .Net se firma como uma plataforma confiável para o futuro, a Microsoft poderá receber incentivos para melhorar seus sistemas para competir com os storages pela Dell e IBM. A HP pode contribuir com máquinas para datacenter mais “parrudas” e embutir o Windows como padrão. O SQL Server ganha espaço com a incerteza do que irá acontecer com o MySQL e os custos bem mais altos de licenciamento do Oracle.

As possibilidades são várias, o que resta é esperar para ver o que vai acontecer e torcer para ninguém sair machucado nesta guerra que está só começando. Mas uma certeza já tenho, a Oracle não brinca em serviço e está mostrando qual é a sua intenção.

Posted: set 28 2010, 10:40 by msincic | Comentários (5) RSS comment feed |
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Embate entre IT PROs e desenvolvedores, como melhorar o relacionamento?


No Community Zone que ocorreu na semana passada estávamos conversando em uma mesa, não vou citar os nomes porque não lembro todos e seria injusto, e chegamos no assunto acima. De um lado da mesa tinhamos alguns IT PROs e do alguns desenvolvedores. Os desenvolvedores já logo criticam o pessoal de Infra pela dificuldade que eles impõe e sempre jogam a culpa nos sistemas e programadores.

Eu atuo nas duas áreas desde que comecei a trabalhar em 1988. Neste época sistema operacional era CPM, rede era multiplexada serial, linguagem era Dbase II que já era o banco de dados também. Desde então tento manter os dois universos, estudo tanto os produtos de rede quanto as linguagem de programação. Posso dizer que está ficando dificil, os produtos se tornaram muito complexos, mas ainda consigo me organizar por estudar a fundo um por vez focando nas mudanças.

Mas enfim, a idéia do post é falar da experiencia de quem a um bom tempo convive nos dois mundos.

O que os desenvolvedores fazem para serem “odiados”?

O principal problema dos profissionais de redes é conseguir monitorar as aplicações. Os desenvolvedores não se interessam muito em como os IT PROs trabalham e não dão os recursos necessários para eles. Algumas coisas simples como métricas, logs e identificação clara de processos já resolveriam muitas discussões.

O que podemos fazer como desenvolvedores para trazer a paz?

Alguns exemplos de recursos que poderiam ser facilmente utilizados pelos desenvolvedores:

  • Na string de conexão com o banco de dados inclua o parametro Application Name para o DBA poder monitorar a aplicação. É um parametro muito simples e extremamente necessário, porque em aplicações é comum utilizar usuários fixos para aplicações e sem o nome não é possivel saber qual sistema está executando aquele comando que gerou locks ou wait times excessivos. Um exemplo de uma string de conexão “bem feita” seria:
    ”Provider=SQLServerOleDB;Server=ABC;Database=DEF;UID=Joao;PWD=1234;Application Name=SISContabil
  • Inclua nos seus aplicativos contadores de performance utilizando os objetos PerformanceCounter e Installer. Estes objetos geram no Performance Monitor do Windows dados que podem ser transformados em gráficos, traces, alertas e logs. O processo para criar um contador é muito simples:
    1. Insira o objeto PerformanceCounter em sua aplicação
    2. Configure o objeto criando uma categoria (CategoryName) e contador (CounterName)
    3. Clique com o botão direito no objeto e escolha Add Installer para que sua aplicaçoes crie no registry do Windows os registros do contador
    4. No seu código ao acessar um banco de dados, por exemplo, utilize o objeto PerformanceCounter com o método Increment para aumentar o valor do contador
  • Gere erros ou alertas de problemas no log de eventos do Windows. Este recurso permitirá aos operadores vasculhar no Event Viewer do Windows problemas que estão ocasionando paradas. Tão útil é este recurso que os IT PROs poderão utilizar produtos como o System Center Operations Manager, NetIQ ou Tivolli para quando um evento acontecer disparar emails de alerta para os administratores, ou melhor ainda, executar scripts que automaticamente resolvem o problema.
    Para fazer isso basta seguir os passos:
    1. Acrescente ao seu aplicativo o objeto EventLog
    2. Defina o nome do Log (Log) que será criado e o nome da aplicação (Source)
    3. Dentro do seu aplicativo utilize o método WriteEntry para passar os parametros que serão gravados no log do SO

Estes são 3 exemplo que poderão ser utilizados e resolverão muitos dos problemas que hoje existem entre estes grupos. Claro que os exemplos estão baseados em aplicações Windows Forms, mas os mesmos objetos podem ser utilizados programaticamente no ASP.NET.

Para que os desenvolvedores tenham uma idéia do porque é importante os passos acima, pense que o IT PRO trabalha com resolução de problemas baseados em comportamento de sintoma-causa-solução e sem contadores de performance e eventos não tem como achar a causa sobrando apenas culpar o programador que “andou mexendo no servidor”.

Outro recurso muito importante que os passos acima possibilitam é criar o Baseline onde os IT PROs tem uma base de alterações no ambiente. Por exemplo, fazem a medição de contadores ao longo de um periodo e quando o servidor apresenta problemas de performance eles comparam os contadores atuais com os de base para descobrir onde estão as variações. Se o desenvolvedor não dá as medições o IT PRO irá verificar os contadores e como nenhum demonstrará o problema, mais um vez o “programador que mexeu aqui” é o culpado.

Outra forma de monitoração com produtos que já foram citados são os Dashboards do SCOM que mostram em grandes monitores o estado de cada servidor por monitorar os eventos no log e o baseline de performance. Se a aplicação não gera nem log nem contadores, o servidor não irá apresentar o erro, resumindo a dizer que o IIS ou o SQL está com tempo de resposta lento quando o problema já se alastrou para todos os subsistemas (disco, processador e memória).

É isso ai, como programador também me incluo entre os que deixam de prover as ferramentas. Mas vamos mudar isso !!!!!

Se alguem lembra de outros métodos para “pacificar” essa apimentada relação, comente.

Posted: set 24 2010, 18:42 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Microsoft Mathematics Add-In for Word and OneNote–Calculos complexos no Word e OneNote

Baixei como curioso este add-in que a Microsoft publicou no email de download e tive uma boa surpresa.

Estes recursos já eram conhecidos no Excel, destacando-se o Solver, e agora é possivel fazer o mesmo no Word e no OneNote. É possivel montar equações simples ou complexas, gerar gráficos senoidais, matrizes e muitos outros.

A barra aparece como Mathematics no Word e no OneNote como a imagem abaixo:

Math-1

Como um breve exemplo eu criei o espaço de equação e digitei uma fórmula simples, como pode ser visto abaixo, e cliquei em Compute –> Calculate na barra que se abre após digitar a fórmula no quadro. Note que na barra temos todos símbolos matemáticos para fazer a equação, alem dos elementos para estruturas:

Math-2

Muito boa a ferramenta, excelente !!!! Baixe em http://www.microsoft.com/downloads/en/details.aspx?FamilyID=CA620C50-1A56-49D2-90BD-B2E505B3BF09

Posted: set 23 2010, 21:41 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Permissões em Pastas Virtuais e Sites do IIS para o Exchange 2007 e Exchange 2010

Hoje foi publicado a atualização para Exchange 2010 no blog do time do Exchange as permissões básicas para os virtual directories do IIS. Este tópico é importantissimo porque é comum a situação onde um administrador ou um processo de migração resete as permissões ou ainda uma atualização em algum software no mesmo servidor.

Portanto, segue os dois posts:

Default settings for Exchange-related virtual directories in Exchange Server 2007: http://msexchangeteam.com/archive/2008/02/01/447989.aspx

Default settings for Exchange-related virtual directories in Exchange Server 2010: http://msexchangeteam.com/archive/2010/09/23/456396.aspx

Posted: set 23 2010, 15:34 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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System Center Configuration Manager v.Next em Preview Aberto

Já a algum tempo que os participantes do programa System Center Influencers tinham a cópia para testes do SCCm v.Next e já havia publicado alguns artigos sobre as novidades desta nova versão.

Agora o v.Next está aberto ao público alem do grupo de influenciadores no link http://blogs.technet.com/b/systemcenter/archive/2010/09/17/announcing-the-configuration-manager-v-next-community-evaluation-program.aspx?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Cadastre-se, respondendo a persquisa e poderá ter uma idéia de como é que será o novo SCCM. Se quiser desde já saber algumas das novidades, veja os 3 posts que já tenho e em breve publicarei as próximas 3 partes:

System Center Configuration Manager vNext - Parte I

System Center Configuration Manager vNext - Parte II

System Center Configuration Manager vNext - Parte III

Posted: set 17 2010, 18:55 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Marcelo de Moraes Sincic | dezembro 2008
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Processo DPC (Defered Process Call) com alto uso de CPU pelo ProcEXP

Recentemente notei que a minha maquina estava com uso de cpu alto, mesmo quando inativa. Ao utilizar o ProcEXP (http://technet.microsoft.com/en-us/sysinternals/bb896653.aspx) notei que isto vinha do DPC. O que significa isso?
DPCs são processos que chamam um hardware ou driver e este não responde.

Qual a solução neste caso?
1) Abra o ProcEXP e verifique se algum processo é o causador, fazendo a comparação entre os percentuais de CPU. Ao encontrar o processo, encontrou o hardware que ele utiliza. Desabilite e habilite novamente.

2) Se não encontrou o processo siga o mesmo modo, porem com todos os hardwares que utilizou, desabilitando e habilitando novamente até encontrar o que resolve.

3) Verifique se existe um driver mais novo, que provavelmente resolve as chamadas que ficaram inválidas.

No meu caso era a placa de rede, uma vez que ao hibernar eu estava utilizando cabo e ao reiniciar utilizei a placa wifi. O Windows se "confundiu" e ainda procurava a placa de rede.

Posted: dez 16 2008, 14:49 by msincic | Comentários (7) RSS comment feed |
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Marcelo de Moraes Sincic | MVP
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MVP V-Conf – Evento Online de MVPs

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A Microsoft está organizando um evento virtual com MVPs em vários lugares do mundo, e o Brasil foi um dos escolhidos.

A data do evento no Brasil será a mesma dos outros países do mundo, dias 14 e 15 de Maio, detalhes em http://mvp.microsoft.com/en-us/virtualconference.aspx

A inscrição pode ser feita pelo link: http://aka.ms/mvpvirtualconference2015

No link http://mvp.microsoft.com/en-us/virtualconference-sessions.aspx#Brazil é possivel ver a grade completa das palestras em portugues, feitas por MVPs brasileiros.

Junto com o Vidal teremos duas palestras e convidamos todos a participar!

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MVP Virtual Conference Brasil–Evento Online Gratuito em Março

Microsoft Virtual Conference

Replico o convite para o evento que foi organizado para divulgar conhecimento, como um grande evento online. Irei participar na trilha de Arquitetura e Infra com a palestra “Gerenciando Private Cloud com System Center 2012” junto com o Panissa que irá mostrar como o Service Manager aplica ITIL, o Daniel Donda com o PowerShell e o Waldemir Cambiucci com “Cenários do Mundo Real”. Veja a agenda completa das palestras em http://mvpvirtualconference.azurewebsites.net/palestras

Segue o convite oficial:

“A comunidade de Microsoft Most Valuable Professionals (MVP) convida você para participar do MVP Virtual Conference dias 26, 27 e 28 de Março de forma 100% online.

Aproveite essa oportunidade de entender e tirar suas dúvidas sobre como as tecnologias e produtos Microsoft podem te ajudar a solucionar problemas e/ou otimizar tarefas do seu dia a dia. Aprenda diretamente com MVPs, profissionais reconhecidos pela Microsoft, independentes e especialistas, além de convidados especiais da comunidade técnica brasileira e da Microsoft, como os arquitetos do Microsoft Technology Center (MTC).

Objetivo
Apresentar online capacidades e funcionalidades de produtos e tecnologias Microsoft dentro de um contexto baseado em cenários do mundo real.

Formato
O evento conta com nove diferentes trilhas, abordando tópicos relevantes a cenários do dia a dia para as empresas, profissionais de TI e desenvolvedores. Durante cada dia de evento, três trilhas serão apresentadas por completa de forma online no formato de um webcast. Cada trilha comtemplará apresentações sobre tecnologias e produtos Microsoft dentro de um especifico cenário, finalizando com uma rica sessão estilo roundtable com todos os palestrantes da trilha.
Horário das palestras: Das 08:45 às 17:00hrs com intervalo para almoço das 11:30 às 13:00hrs.

Inscrição
As inscrições são abertas a todos os interessados. Escolha o(s) tópico(s) que mais lhe interessam, clique no respectivo link para realizar a inscrição e receber uma confirmação via e-mail para adicionar ao seu calendário. Fique à vontade em convidar outras pessoas. Clique no assunto de seu interesse abaixo para realizar a inscrição. Clique aqui para ver a lista de palestras que você irá encontrar em cada um dos nove assuntos principais.

Dia 26 de Março / terça-feira

Consumerização de TI
Responsável: Alexandro Prado - MVP
Palestrantes: Jorge Barata (MVP), Paulo Sant´anna (MTAC), Marcondes Alexandre (MVP), Igor Humberto (MTAC), Rover Marinho (MVP)
Exemplo de cenário
: Para você profissional da área, entender Consumerização de TI e as tecnologias que viabilizam isso passam a ser essenciais para você alcançar e ser bem sucedido na sua empresa e acompanhar essa tendência do mercado de TI. Acompanhe esse tema e aprenda como aplicar as tecnologias Microsoft no mundo real.
Inscreva-se agora

Segurança
Responsável: Rodrigo Immaginario – MVP
Palestrantes: Rodrigo Immaginario (MVP), Alberto Oliveira (MVP), Luciano Lima (MVP), Marcos Tupinambá (MVP)
Exemplo de cenário abordado: Uma empresa de consultoria, que possui diversos colaboradores trabalhando de forma remota, recentemente identificou diversas falhas de segurança em sua rede local e na proteção dos seus projetos confidenciais. Para melhorar a segurança do seu ambiente será adotado o conceito de "defesa em profundidade" mas o projeto deverá ser implementado com o mínimo de investimento e em curto espaço de tempo. Veja como as tecnologias já disponíveis nos sistemas operacionais da Microsoft (Server e Client) pode ajudar.
Inscreva-se agora

Gerenciamento de Projetos e Equipes de Desenvolvimento
Responsáveis: André Dias - MVP / Carlos dos Santos – MVP
Palestrantes: Carlos dos Santos (MVP), Ramon Durães (MVP), Marcelo Azuma (MVP), Cláudio Leite (ALM Ranger), André Dias (MVP), Igor Abade (MVP), Adriano Bertucci (MVP), Marcio Sete (MVP)
Exemplo de cenário abordado: Uma empresa de médio porte está em franco crescimento, aproveitando oportunidades do mercado. Suas aplicações estão se tornando mais complexas e o time de desenvolvedores está crescendo. Nos últimos anos, a empresa tem sofrido com uma demanda crescente por suporte, devido constantes falhas no software em produção. A qualidade do software gerado pelos times é sofrível e essa percepção tem crescido no mercado. A empresa espera continuar crescendo, mas precisa corrigir e evitar novos problemas com a gestão de seu processo de desenvolvimento de software. Recentemente, a empresa ouviu falar sobre as novas tendências no desenvolvimento ágil e os benefícios da abordagem para Modern Apps.
Inscreva-se agora

Dia 27 de Março / quarta-feira

Interoperabilidade no Desenvolvimento e Infraestrutura
Responsáveis: André Ruschel - MVP / Rogério de Carvalho - MVP
Palestrantes: André Ruschel (MVP), Rogério Moraes de Carvalho (MVP), Rogerio Cordeiro (Microsoft)
Exemplo de cenário: Uma empresa ampliou seu ambiente de TI recentemente, após a aquisição de duas novas empresas do mercado. Os ambientes de TI das 3 unidades são heterogêneos, contemplando diferentes cenários para monitoração, segurança, bancos de dados, desenvolvimento de aplicações e integração de processos. Mesmo antes da consolidação de todas as unidades, a empresa enfrenta uma demanda crescente por aplicações consumindo informações das 3 unidades de negócio, que rodam em plataformas heterogêneas. As equipes de desenvolvimento e infraestrutura precisam decidir quais são as tecnologias e abordagens para esse cenário de interoperabilidade interna na empresa.
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Arquitetura e Gerenciamento de TI
Responsável: Marcelo Sincic - MVP
Palestrantes: Marcelo Sincic (MVP), Hélio Panissa (MVP), Waldemir Cambiucci (Microsoft), Daniel Donda (MVP)
Exemplo de cenário: Uma empresa possui um datacenter de 3ª geração, baseado em servidores blades adotados de diferentes fornecedores. Ao longo dos anos, a empresa tem usado fortemente o modelo de virtualização, mas tem enfrentado desafios no gerenciamento de sua TI. Constantemente, VM’s são perdidas, o processo de suporte e provisionamento é lento e não existe um portal de autoatendimento para os clientes de TI, o que exige horas de atendimento telefônico e atrasos constantes nas requisições. A empresa adota alguns processos de ITIL v3, mas não possui uma ferramenta unificada de gestão de processos ITIL.
Inscreva-se agora

Desenvolvimento de Software e Aplicativos
Responsáveis: Renato Haddad - MVP / André Carlucci - MVP
Palestrantes: Renato Haddad (MVP), Victor Cavalcante (MVP), André Carlucci (MVP), Rodolpho Marques (MVP)
Exemplo de cenário: Uma empresa da área anúncios desenvolve aplicações para seus mais de 10 mil clientes e está em franco crescimento. O perfil de seus clientes está na classe média, consumindo cada vez mais dispositivos móveis, mas também acessando informações da empresa através de desktops em casa, no trabalho ou através de sites na Web. Como desenvolver novas aplicações atendendo a todos esses requisitos?
Inscreva-se agora

Dia 28 de Março / quinta-feira

Produtividade, colaboração e comunicação unificada
Responsável: João Benito Savastano - MVP
Palestrantes: Fernando Andreazi (MVP), Sara Barbosa (MVP), André Xavier (MVP), Eduardo Freire (MVP), Fernanda Saraiva (MVP), Andrea Morais (Microsoft), João Paulo Sevegnani (Microsoft)
Exemplo de cenário: Uma empresa da área de vendas possui um número grande de vendedores em campo. A maioria de sua força de venda possui pouco tempo para retornar ao escritório ou sincronizar seus dados, acessando as informações da empresa mais de 90% do tempo externamente. Muito processos exigem a aprovação de workflows ou leitura de e-mails do pessoal em campo. Ao mesmo tempo, a empresa tem percebido um aumento crescente em seus gastos com telefonia, devido a maior capilaridade de empresa pelo Brasil.
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Computação em Nuvem
Responsáveis: Lucas Romão - MVP, Evilázaro Alves - MVP, Fabrício Sanchez - MVP
Palestrantes: Lucas Romão (MVP), Evilázaro Alves (MVP), Fabrício Sanchez (MVP), Humberto Silva (Microsoft)
Exemplo de cenário: Pequenas, médias e grandes empresas hoje avaliam sua infraestrutura, em relação aos desafios para o gerenciamento e manutenção do ambiente de TI. O mercado tem apresentado nos últimos anos alternativas para a gestão de TI, através de modelos baseados em nuvem pública ou privada. Mais recentemente, a construção de nuvens híbridas tem recebido destaque em fóruns de arquitetura e gerenciamento de infraestrutura. Uma empresa está hoje com 80% de sua TI baseada em máquinas virtuais sem gerenciamento unificado. Outros 20% estão em máquinas físicas, com aplicações legadas. Como dar o próximo passo?
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BI, Big Data e Gerenciamento de Dados
Responsáveis: Luciano Moreira - MVP, Gustavo Maia - MVP
Palestrantes: Luciano Moreira (MVP), Pericles Rocha (Microsoft), Nilton Pinheiro (MVP), Felipe Ferreira (MVP), Fabiano Amorim (MVP)
Exemplo de cenário: A análise de dados é um dos principais elementos de sucesso para o bom entendimento de diversas linhas de negócio. Sem uma análise de dados robusta, é impossível entender as tendências e comportamento de seu negócio, durante as várias fases de sua execução. Uma empresa da área financeira deseja analisar o comportamento de risco de seus milhares de clientes e investidores. Ela busca ferramentas de análise e mecanismos de integração para consumo de diferentes fontes de dados de seus vários sistemas.
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Apresentação sobre Deployment do Windows 8 no Evento de Lançamento Técnico

Update: Video da apresentação disponivel no Channel9 http://channel9.msdn.com/Events/Windows-Camp/Windows-Dev-Camps-Brasil/lancWin8Infra1

Na ultima quarta feira ocorreu o evento de lançamento do Windows 8 no Brasil, no Vila Noah em SP.

Neste eventos com 3 trilhas fiz a primeira palestra da trilha de Infraestrutura com o tema “Deployment do Windows 8”.

Apresentamos as opções de deploy LTI, UDI e ZTI. Alem disso apresentamos as diversas funcionalidades do Windows ADK (http://www.microsoft.com/pt-br/download/details.aspx?id=30652), MDT (http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=25175) e System Center Configuration Manager 2012 (avaliação em http://www.microsoft.com/en-us/server-cloud/system-center/configuration-manager-2012.aspx).

Para quem quiser o ppt, clique aqui e baixe em PDF: Session 2 Deployment Deck - Final.pdf (1,92 mb)

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Posted: nov 30 2012, 10:10 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Começando um novo ano de trabalho e balanço de 2011

Este ano calendar de 2011 foi um ano muito corrido, com grandes mudanças profissionais no meu caso.

Muito se falava ainda nos efeitos da crise no inicio do ano e que este ano ainda seria com crescimento imperceptivel, mas a verdade é que foi um excelente ano para TI com as empresas entrando de vez na onda de virtualização ao invés de simples upgrade nos atuais servidores.

Como foi 2011

Também foi um ano com muitas novidades em vislumbre de produtos, já que 2010 havia sido um ano pífio do ponto de vista das novidades. Incluo nisso a nova familia de produtos System Center 2012 (Roadmap da Familia System Center 2012) destacando o Orchestrator e AVICode como novidades, passamos a ter mais dados das esperadas versões do Windows Phone 7 Mango e do Windows 8 (Primeiras Impressões- Windows 8 Server Developer Preview). Em outras linhas vimos o VMWare 5 que também traz muitas novidades.

Profissionalmente Fevereiro foi um mês especial por dois motivos. O primeiro que pude participar pela primeira vez do MVP Summit em Redmond na sede da Microsoft, o que é um evento que em sí já é excelente, mas a oportunidade de conhecer onde alguns dos produtos que mais trabalhamos é feita e conhecer as cabeças por trás deles é muito bom.

Segundo motivo que fez de Fevereiro um mês especial foi que passei a integrar a equipe de Consultoria Global em Serviços de Infraestrutura (GICS) da Dell Computadores, que é formada por poucos profissionais, mas que são de grande conhecimento. Após 17 anos trabalhando como terceirizado ou prestador de serviços não tendo vinculo fixo com nenhuma empresa, foi um ótimo recomeço e a equipe extremente qualificada ajudou muito nisso.

Em 2011 completei 11 anos como MCT (Microsoft Certified Trainer) o que me alegra muito (Aprovação de MCT) pois fo assim que conheci muitos dos profissionais com que hoje trabalho ou interajo. Este ano assim que reabrirem as incrições, provavelmente no inicio de março, irei novamente renovar apesar de neste ano que passou ter minitrado treinamento apenas em Janeiro. Mas em 2012 pretendo retornar a sala de aula como instrutor agora com os produtos System Center 2012.

No ano de 2011 a Microsoft iniciou uma nova forma de divulgar conhecimento por meio dos “Centros de Treinamento” que tive a oportunidade de organizar e gravar parte de 3 deles:

Esse ano tive alguns post que me orgulho de ter feito e se tornaram os tops no meu blog em portugues e ingles (http://www.msincic.wordpress.com) :

Na parte de eventos pude participar da série MS TechDay que é organizada pela Fernanda Saraiva (@fefesariava) e outros MVPs como o Evilazario, Nakano, Donda, Helio Panissa, Nogare. Alem disso também pude participar do UNIT com outros grandes profissionais organizado pelo Jordano (@jordanomazzoni)

E claro, foi com enorme satisfação participar em meu 5º TechEd como palestrante (Microsoft TechEd 2011–Não deixe de comparecer).

Em Outubro o Daniel Donda (@danieldonda) e o Alexandro Prado (@alexandroprado) me convidaram a revisar e fazer o prefácio do e-book que montaram sobre GPO, que por sinal ficou excelente E-book Group Policy Objects - Da teoria à prática.

Ainda no mês de Outubro fui renovado como MVP (MVP 2011–Obrigado Comunidades) o que me deixou muito feliz. Neste ano tivemos um novo MVP Lead a partir de Fevereiro que é o João Paulo Clementi (@jpclementi) que está fazendo um ótimo trabalho, o que inclui uma renovação entre os MVPs, dando oportunidade a novos profissionais.

E agora em Dezembro para fechar o ano com chave de ouro eu e o Leandro Carvalho (@LeandroEduardo) fomos vencedores de uma iniciativa mundial para divulgação e participação nos testes do VMM 2012 Beta (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Vencedor-de-Outubro-do-VMM-2012-CEP-Community-Participation-Contest.aspx), o que mostra o valor da comunidade brasileira, pois foram apenas 6 profissionais do mundo que receberam o prêmio.

O que esperar de 2012?

Um ano com todos os lançamentos que teremos com certeza será um ano com muito trabalho.

Ainda neste inicio do ano se espera o lançamento da familia System Center, o que irá demandar muito estudo e familiarização com estes novos produtos, e consequentemente a re-certificação.

Esperamos em breve uma versão Beta do Windows 8 Server and Client e, quem sabe, este ano ainda teremos noticiais com dadas concretas do lançamento da versão final.

Não acredito em renovação ou novos rumos só porque o ano mudou, não adianta esperar Dezembro para fazermos um levantamento do que fizemos de bom ou ruim e traçar metas, isto deve ser feito constantemente, seja na semana ou no mês. O importante é medirmos nosso progresso e continuar avançando tecnica e profissionalmente a cada ciclo de avaliação.

Um abraço a todos que me apoiaram e espero poder ajudar outros profissionais como fui ajudado neste ano calendar que terminou.

Números

Em 2011 tive no meu site em portugês 107 mil visitantes únicos fazendo 225 mil visitas com 1,47 milhões de page views, o que representa um aumento de 47% sobre o ano de 2010.

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Já minha versão em inglês do meu site (http://msincic.wordpress.com) o aumento foi de 410% na média de visitantes únicos levando em conta que iniciei no ano passado e este ano consolidei.

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Posted: jan 02 2012, 19:37 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: MVP | Certificação | Outros

Vencedor de Outubro do VMM 2012 CEP Community Participation Contest

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Recebi ontem um email me parabenizando no programa Beta do System Center Virtual Machine Manager 2012 do mes de Outubro.

Foram 6 meses de programa onde os participantes com melhores contribuições ganharam um premio de reconhecimento e tiveram suas contribuições publicadas.

O melhor é que entre os 6 ganhadores temos dois brasileiros, no mes de setembro foi o Leandro Carvalho com suas contribuições sobre VMM 2012 que podem ser vistas em http://www.bettertogether.org.au/blog/b/leandrocarvalho/archive/tags/VMM/default.aspx

As minhas contribuições podem ser vistas em http://www.marcelosincic.com.br/blog/category/Virtual-Machine-Manager.aspx.

Fico feliz de compartilhar com o Leandro este prêmio e mostrar para a comunidade como os técnicos brasileiros tem destaque em programas internacionais, principalmente em betas como neste caso e outros, como no System Center Configuration Manager 2007 que também dividi prêmios com o Leandro e o Jordano (http://blogs.technet.com/b/systemcenter/archive/2010/01/11/december-community-contributors-recognized-marcelo-sincic-and-jordano-mazzoni.aspx)

Posted: dez 02 2011, 10:19 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Marcelo de Moraes Sincic | All posts tagged 'e-sata'
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Comprando direto da China (coisas que valem a pena !!!) Case HD e Adaptador para e-Sata

A alguns dias, depois do webcast que fiz sobre Sharepoint e SQL Server 2008, o Alexandre Lopes me fez uma pergunta sobre como rodava eu máquinas virtuais, pois ele achou rápido. Na ocasião comentei sobre o notebook e até cheguei a dizer que comprei aquele modelo por causa da porta e-SATA que utilizo para o meu HD externo.

Em primeiro lugar, e-Sata ou esata (External Serial ATA), é uma porta SATA externa com a velocidade real, ou seja, de 1.5GB (Sata I) ou 3.0GB (Sata II) o que nem se compara ao USB 2.0 que é de 400 MB. Existem adaptadores para desktop que se encaixam no slot frontal da maquina onde ficaria um drive de cdrom e placas PCMCIA ou ExpressCard para notebooks.

É ai que entra a China. Existe um site obscuro mas legal e confiavel que se chama Deal Extreme (www.dealextreme.com) que vende gadgets diversos. Este site é cheio de baboseira de camelô, tem até uma barata robotizada que se alimenta de luz solar !!!!!

Porem se você consultar a parte de informatica (computer) encontrará muitos itens legais, por exemplo, o slot para portas e-Sata e o case para HD de 3.5 ou 2.5 com saida e-Sata, USB e até alguns com Fireware. Enquanto aqui em SP nos "ching lings" se vende o slot por R$ 45 e o case de 2.5 por R$ 70, no DX o preço sai por muito menos. E o melhor de tudo é que este obscuro site (a INFO acha que eles tem algum tipo de apoio do governo) não cobra frete !!!!

Veja os itens que coloquei os preços (claro que em dólar) e se divirta com o resto do DX:

 Case de HD 2.5 (notebook) - $16.33
 

Adaptador Externo para e-Sata $4.20

 

Placa ExpressCard para e-Sata $12.59

Dicas e dados para compra no Deal Extreme:

  1. Utilize como meio de pagamento o PayPal (www.paypal.com), que é do eBay e portanto é confiável. É o mesmo site que se utiliza para comprar créditos para o Skype. Cadastre o seu cartão INTERNACIONAL e eles cuidarão do pagamento, evitando transtornos.
  2. Não é necessário se cadastrar no DX já que o pagamento será feito pelo PayPal
  3. Os produtos comprados vem em embalagens ocre com a inscrição "Gift", ou seja, um presente pra você.
  4. Em alguns casos a alfandega pode implicar e abrir os pacotes e você irá receber um aviso dos correios para ir pagar o imposto, que em geral é de 50% do valor total. Porem eu já comprei headset bluetooth, cases de HD, pilha, presenter wifi e um monte de tranqueiras (opa, Gadgets é mais bonito!) e apenas uma vez tive que pagar o imposto e o motivo é que mandei vir 3 cases de HD de 3.5 e o pacote ficou grande.
  5. Compre coisas em pacotes menores, evite juntar muitas coisas e criar um pacote grande como meu exemplo acima e evite problemas com a alfandega.
  6. Calma !!!!!! Se vc acompanhar pelo site dos correios irá descobrir que chega no Brasil em cerca de 10 dias, mas os correios demoram áté 60 dias para liberar por causa da alfandega, então espere pacientemente, NÃO COMPRE NADA QUE PRECISE COM URGENCIA

IMPORTANTE: Como falei no começo já comprei muitas vezes, nem sei dizer quantas, e nunca tive problemas. Mas isso não quer dizer que você não possa ter problemas. Afinal vem tudo da China de navio...

Posted: fev 12 2010, 10:18 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
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Filed under: Hardware | Outros
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