MVP: System Center Cloud and Datacenter Management, MCT, MCSE, MCITP, MCPD, MCDBA
MVP Logo

Pageviews 2017: 2664374
Pageviews 2016: 3991973
Pageviews 2015: 2675433
Pageviews 2014: 2664208
Pageviews 2013: 2399409
Pageviews 2012: 3209633
Pageviews 2011: 2730038
Pageviews 2010: 1470924
Pageviews 2009: 64608

Últimos posts

Categorias

Arquivo

Tags

Alterar o Barcode do Tape no DPM 2010 Coloca em Suspect

Um situação não muito comum, mas que já me aconteceu no passado e ontem novamente é a colocação da etiqueta de código de barras em um tape depois deste já ter sido utilizado.

Nota: Este tópico também se aplica ao DPM 2007, mas neste caso é necessário mudar o nome da instância no comando.

SINTOMA

Após colocar um novo barcode ou retirar o que já existia o tape aparecerá na lista como “SUSPECT” e receberá alertas de mal funcionamento na unidade de fitas.

CAUSA

Ao utilizar uma fita que não tenha uma etiqueta de barcode o DPM gera um numero identificador na fita, chamado de OMID (on-media ID) e registra esse no banco de dados SQL Server.

Ao colocar ou substituir a etiqueta com o barcode o DPM fica com os dados de backup duplicados e passa a entender que se trata de outra fita, com os mesmos backups. Com isso a fita passa a ficar como SUSPECT.

SOLUÇÃO

O mais óbvio é colocar os barcodes ANTES de utilizar as fitas.

Porem, se ocorreu o acima execute o comando abaixo:

osql -E -S localhost\MSDPM2010 -d DPMDB -Q "UPDATE tbl_MM_ArchiveMedia SET IsSuspect = 0"

Este comando irá executar uma query no SQL Server resetando o flag “IsSuspect” de todas as fitas para falso, o que gerará outro estado no console do DPM que é “Imported”.

Após isso, executa o inventário completo e o DPM recuperará as informações da fita, porem nas experiências que já tive não será possivel fazer o restore já que a referencia no banco de dados que o console utilizou foi o OMID e não o barcode na ocasião. O ideal neste caso é marcar as fitas como “free” e re-executar os backups.

Fonte: http://technet.microsoft.com/en-us/library/bb808923.aspx

Posted: nov 17 2011, 12:25 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
  • Currently 0/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
Filed under: System Center

Resolvendo Problemas de Backup com o DPM

Recebo muitas perguntas sobre o funcionando do DPM após ter publicado os videos do produto (http://bit.ly/rh35b6).

Muitas questões estão relacionadas ao uso de fitas e robôs, por isso editei os post sobre uso de fitas no mes passado (http://bit.ly/nZY96w) e agora vou abordar outros erros muito comuns e como solucioná-los.

Erro com Volume Shadow Services (VSS)

O processo do DPM não é realizado diretamente nos dados e sim a partir dos dados de snapshot utilizando o VSS, que é conhecido pelo Shadow Copy.

image

Sendo assim, a maioria dos problemas com backups são relacionados ao VSS que não consegue gerar os dados necessários para o DPM.

A primeira e mais facil forma de resolver é criar manualmente um ponto de restauração full, o que cria o snapshot novamente no servidor origem do backup, e em geral resolve o problema quando o VSS está com a base corrompida.

A segunda forma de resolver o problema é executar um CHKDSK no disco de origem do backup, pois o VSS grava os dados em um espaço não alocado no disco e o checkdisk faz a verificação de problemas em áreas não alocadas (free space).

A terceira forma de resolver o problema é ir nas propriedades do Shadow Copy do disco (abrir o Explorer como administrador e clicar com o botão direito) e verificar se as propriedades estão corretas. Verifique se o Shadow está ocorrendo nos discos pelo tamanho alocado e entre nas propriedades e verifique se há espaço disponivel. Note que o Shadow Copy não precisa estar Enabled, pois trata-se de outra feature.

A quarta forma de resolver o problema é utilizando a ferramenta VSADMIN e utilizar os comandos de lista dos recursos. Se alguma das listas ocorrer erro o ideal é deletar todos os shadows com os parametros VSSADMIN DELETE. Com esta ação será reinicializado o VSS em todos os discos no próximo backup. Porem é importante que na primeira tentativa ocorra erro, pois os shadow serão reinicializados. Se isso ocorrer espere alguns minutos e tente novamente.

A quinta e ultima forma de resolver os problemas é verificar pelos hotfix e updates disponiveis para o servidor origem dos dados e também do próprio DPM que está no QFE 2 (http://www.microsoft.com/download/en/details.aspx?id=20953).

Problemas Especificos com Proteção do Hyper-V

Uma das grandes vantagens do DPM é fazer backup de maquinas virtuais (VMs) diretamente do serviço de Hyper-V, o que é muito mais rápido ao copiar e restaurar por incluir o VHD inteiro no backup.

Porem, neste caso é necessário tomar várias precauções.

A primeira delas tem a ver com DAS (Direct Attach SCSI), seja em um sotrage ou em discos locais se o DPM estiver no host do Hyper-V, o que eu nunca recomendaria por sinal.

Neste caso, o DPM irá ocupar toda a banda do storage para realizar o backup e o Hyper-V irá derrubar o serviço por entender que o VHD ficou indisponivel. Se você possuir cluster o serviço de cluster irá cair por indicar acesso simultâneo no mesmo disco. Portanto, não utilize o DPM conectado fisicamente na mesma controladora que está o Hyper-V.

Outro problema é o Hyper-V entender que houve acesso simultaneo ao mesmo dado (VHD) e neste caso aplique o KB 2545685 (http://support.microsoft.com/default.aspx?scid=kb;en-US;2545685) que costuma resolver o problema.

Se o seu ambiente Hyper-V for baseado em cluster também pode ser necessário caso o KB acima não resolva executar as tarefas descritas no documento http://technet.microsoft.com/en-us/library/ff634192.aspx que serve para influenciar a forma como os snapshots são gerados quando seu hardware não dá suporte a esta operação.

Por fim, siga os passos do documento http://technet.microsoft.com/en-us/library/ff634205.aspx desabilitando o protocolo chimney ou ativando a auto montagem dos volumes para o VSS.

Conclusão

Sistemas de backup são fáceis de serem implementados, mas exigem alto conhecimento do ambiente para serem gerenciados, já que a dependencia de recursos locais como o VSS e CSV no caso do Hyper-V em cluster não são tão simples de serem controlados.

Porem, com as dicas acima consegui resolver os problemas que tive em diversos clientes com sucesso!!!

Utilizando Fitas (Tape Drives) no DPM 2010–Parte III

Neste terceiro post iremos tratar de como trabalhar com as politicas de backup “long-term” para ajudar a escolher a mais apropriada para sua necessidade.

Como abordado no primeiro post é necessário escolher algumas opções ao criar o grupo de proteção e utilizar a opção “Long-term”.

Backup Tape

A primeira opção Retention range indica qual o tempo de retenção ou expiração do backup. Esta opção é importante ao ser planejada pois se este tempo for alto indica o numero de fitas que precisam ser utilizadas, já que como abordado na parte II a fita só pode ser reutilizada quando este periodo terminar.

A opção Frequency of backup e Backup schedule obviamente indicam quando o backup será executado na janela de retenção.

Quantas fitas (tapes) são necessárias?

Utilizando o backup acima como exemplo, precisariamos de 6 fitas. O motivo é que o backup é diario realizado de segunda a sexta (sabado e domingo está como excluido) o que formaria um conjunto de 5 fitas. A 6ª fita é a de arquivamento, já que o rodizio das fitas só seria possivel ao completar uma semana.

Ou seja, sempre serão necessárias uma fita a mais do que o periodo indicado para ser possivel realizar o rodizio.

Utilizando o Co-location não diminuo o numero de fitas?

Sim e muito, principalmente se os grupos de proteção forem menores que 400/800GB da fita LTO-3, por exemplo, já que diversos backups poderão estar contidos em uma unica fita.

O problema do co-location é o fato do gerenciamento ser manual. No exemplo da pergunta anterior poderá existir uma rotina de backup onde o operador em um horário determinado irá trocar a fita.

Quanto o co-location está ligado é necessário ficar manualmente olhando o quanto da fita está livre para fazer a troca, alem do co-location acabar misturando backups de grupos de proteção diferentes na mesma fita, o que torna mais complexo o arquivamente em cofre ou outra forma persistente.

Exemplos com politica de renteção em cofre

Vamos fazer um exemplo de uma empresa com 3 grupos de proteção, o que é comum. Levaremos em conta que o arquivamento mensal será permanente:

  • Grupo 1 – File Server com backup diário (seg-sex), retenção semanal e arquivamento mensal
  • Grupo 2 – Exchange com backup diário (todos os dias), retenção semanal e arquivamento semanal/mensal
  • Grupo 3 – SQL Server com backup diário (todos os dias), retenção semanal e arquivamento semanal/mensal

Para o grupo 1 precisariamos anualmente de 12 fitas permanentes mais 6 rotativas:

  • 5 fitas para os backups diários
  • 1 fita para fechar o ciclo semanal
  • 12 fitas para os backups mensais que são o ultimo semanal do mês, que será arquivada

Como o grupo 2 e 3 são similares seriam necessárias anualmente 56 fitas permanentes e 7 rotativas que ao longo do

  • 7 fitas para os backups diários
  • A ultima fita de backup diário na semana será a fita semanal, portanto 4 fitas por mês que serão arquivadas
  • A fita de backup mensal é a última fita do semanal, que será será arquivada

Se o mesmo grupo 2 e 3 não exijam que o backup das semanas anteriores sejam guardados ao terminar o mensal teriamos a redução de 3 fitas ao mes o que somaria 12 fitas permanentes, 3 rotativas semanais e 7 rotativas diárias:

  • 7 fitas para os backups diários
  • A ultima fita de backup diário na semana será a fita semanal, portanto 4 fitas por mês que serão arquivadas
  • A fita de backup mensal é a última fita do semanal, que será será arquivada dispensando as 3 anteriores para rodizio

Conclusão

Espero ter esclarecido as principais dúvidas sobre backup em fitas com o DPM e fiquem a vontade para comentar ou enviar perguntas e sugestões.

 

Parte I – Criando grupos de proteção incluindo tapes Utilizando Fitas (Tape Drive) no DPM 2010–Parte I

Parte II – Gerenciando tapes http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-Fitas-(Tape-Drives)-no-DPM-2010e28093Parte-II.aspx

Posted: jul 21 2011, 04:42 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
  • Currently 0/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Utilizando Fitas (Tape Drives) no DPM 2010–Parte II

Neste segundo post iremos tratar de como trabalhar com o tape drive e administrar as fitas no DPM 2010. No primeiro post abordamos a parte funcionar (Utilizando Fitas (Tape Drive) no DPM 2010–Parte I).

O gerenciamento de fitas no DPM é relativamente simples, mas importante para as atividades, principalmente quando falamos de robos com co-location habilitado.

Inicialmente, na imagem abaixo vemos um robo de fitas, a TL2000 da Dell que utiliza o drive 3573 da IBM.

Note que temos uma unidade de fita e um carrosel de 24 slots (o primeiro está carregado no drive) e cada fita tem um barcode e label indicando sua utilização.

Tape Drive

  • Status – Obviamente indica se a fita está livre ou disponivel. É importante que este campo só mostra se a fita está vazia, disponivel para uso ou danificada, porem o estado disponivel (Tape available) não indica que a fita está livre ou vazia, apenas que a fita não está com problemas
  • Tape Label – O DPM utiliza este campo para indicar o que está dentro da fita, no caso utilizando o nome do grupo de proteção mais um código sequencial como indicativo visual para o administrador de backup. O estado Free obviamente indica que a fita não contem dados ou que estes já expiraram, conforme a politica de renteção long-term do grupo de proteção
  • Barcode – Indicador unico de cada fita, o barcode lhe permite identificar a fita, mas não permite fidelizá-la, o que é uma limitação do DPM que muitos criticam, porem é importante notar que o próprio DPM gerencia isto automaticamente, principalmente em robos
  • Offisite Ready – Indica que a fita está com o backup. Nos casos em que o co-location estiver habilitado e existe o robo este dado pode não ficar disponivel por deixar a fita a espera de outros backups, porem nos casos de tape drives sem robo este dado indicaria que aquela fita já foi usada para o backup e que deve ser tirada, e quando o co-location estiver habilitado que a fita já está cheia e não é possivel continuar a utilizá-la

    O que é o Co-location?

    Esta opção permite ao DPM utilizar melhro as fitas por combinar backups. Por exemplo, uma fita LTO-3 pode ser de 800GB e o backup dos dados utilizar apenas 200GB, assim o restante da fita acomodaria outros conjuntos de backup e otimizariamos a necessidade de mais fitas.

    Para ativar abra o DPM Management Shell e utilize o comando:

    Set-DPMGlobalProperty –DPMServerName <Servidor> -OptimizeTapeUsage $True

    Quando usar o Co-location?

    Nos casos de não haver robo, apenas a unidade de fita, esta opção irá ajudá-lo por permitir que uma mesma fita contenha multiplos backup.

    Por outro o lado o co-location pode atrapalhar quando um dos backup não estiver expirado e a fita ficar cheia. Por exemplo, imagine que a mesma fita arquivou backup do servidor de arquivos e do SQL Server por 3 ciclos de retenção (1 mês com backups a cada 7 dias). Esta fita encheu e como os dois primeiros backups estão expirados mas o ultimo ciclo não, a fita não fica livre e não pode ser reutilizada até que o terceiro expire.

    Por outro lado, se você possui o robo este utilizará a fita até o final com vários conjuntos de backups e passará para a próxima fita ao final.

    Operações com Fitas

    O menu abaixo mostra as opções que podem ser utilizadas com as fitas:

    Options Tape

    • Inventory Library –Esta opção faz a leitura de todas as fitas no carrousel ou a fita que está no drive caso seja unico. Em casos em que uma fita aparece nos alertas como “suspect” ou “unreadable” esta opção resolve o problema por reinventaria todas as fitas
    • Rescan e Refresh – Utilizadas para o DPM reconhecer novas unidades de fita (tape drives)
    • Clean Drive – Pede a fita de limpeza do drive
    • Remove e Add Tape (I/E port) – Abrem a porta do tape para retirada ou colocar novos tapes
    • View Tape Contents – Retorna o catalogo da fita, com os backups que ela contem e a data de expiração
    • Erase Tape – Deleta os dados de uma fita, util quando ela ainda contem dados que não expiraram
    • Mark as Cleaning Tape e Unmark Tape as Free – Estas opções indicam que a fita está livre ou não, sendo que neste ultimo caso é util para quando se deseja guardar permanentemente o backup

    Com este segundo post vimos como administrar as fitas, no terceiro e ultimo veremos como criar as politicas de backup.

  • Leia a parte I – Criando grupos de proteção com uso de tapes Utilizando Fitas (Tape Drive) no DPM 2010–Parte I

    Leia a parte III – Criando sua politica de backups tapes http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-Fitas-(Tape-Drives)-no-DPM-2010e28093Parte-III.aspx

    Posted: jul 16 2011, 02:01 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
    • Currently 0/5 Stars.
    • 1
    • 2
    • 3
    • 4
    • 5

    Utilizando Fitas (Tape Drive) no DPM 2010–Parte I

    Uma duvida muito comum que me recebo é como utilizar tapes no DPM (System Center Data Protection Manager), já que os videos que publiquei no final de 2009 (http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Serie-Technet-VideoCast-System-Center-Data-Protection-Manager.aspx) não abordei o assunto por estar utilizando VMs e não tinha um tape drive.

    Obviamente que será necessário utilizar um modelo compativel (http://technet.microsoft.com/en-us/systemcenter/dm/cc678583), e no meu caso estou com a Dell TL4000 que possui robo e dois drives.

    Irei dividir em 3 posts, este primeiro em como utilizar o backup em fitas, o segundo sobre operação com as fitas e como gerenciar e o terceiro post sobre politicas de backup apropriadas.

    Parte I – Utilizando backups em fita

    No DPM temos o backup “short-term” que é realizado em disco e o backup “long-term” que é em fitas.

    Para habilitar é necessário primeiro que o DPM reconheça a unidade, como mostrado na imagem abaixo:

    Tape Drive

    Note que no exemplo acima estamos tratando de um robo de fitas com capacidade para 23 LTOs 3 ou 4 no carrousel.

    Após reconhecer a unidade no grupo de proteção já irá habilitar a opção de backups em fitas, como abaixo:

    Tipos de Backup

    Ao escolher que deseja fazer o backup “long-term” terá as próximas duas telas, a primeira abaixo mostra o periodo de retenção do backup em fita, sua frequencia e o agendamento do backup.

    Backup Tape

    Por fim, escolha em qual dos drives (quando multiplos) deseja que o backup seja feito e se deseja criptografar e comprimir, lembrando que não é possivel combinar os dois métodos:

    Escolha do Tape

    Finalizo aqui a parte 1 desta série e em breve publicarei a parte 2 e 3 atualizando este post com os seguintes.

    Veja a parte II – Gerenciando fitas http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-Fitas-(Tape-Drives)-no-DPM-2010e28093Parte-II.aspx

    Vaje a parte III – Criando sua politica de backup http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/Utilizando-Fitas-(Tape-Drives)-no-DPM-2010e28093Parte-III.aspx

    Posted: jul 14 2011, 00:02 by msincic | Comentários (0) RSS comment feed |
    • Currently 0/5 Stars.
    • 1
    • 2
    • 3
    • 4
    • 5
    Login